O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
O que me dizes?
Por: Ray, em 21.11.07 às 19:56link do post | adicionar aos favoritos

16 De Novembro de 2007

 

Mais um semana a acabar. Esta foi uma semana muito especial para mim. Todos os dias o H. veio ter comigo. Alguns dias até apareceu de surpresa, sem qualquer aviso, chegava e pedia para abrir a porta. Da primeira vez que o fez, pensei que estava a gozar comigo. Adorei cada vez que veio, e cada dia que passamos o conheço melhor.

Mas hoje, sentia-me diferente. Sentia-me triste, frustado, e até deprimido. E tudo isto despultado por algo bom: - o meu amor por este homem.

 

Amo-o muito, e como tal quero fazer coisas que os namorados fazem. Passeios, cinema, fins-de-semana, jantares, férias, etc e tal. Sei que parece lamecha, mas que se foda, não o quero só para cama. E numa relação há que saber viver além da quequa. Ora este pensamento invadiu-me e entristeceu-me. Porque neste momento da minha vida, não o poderei acompanhar. Apenas pela parte monetária da questão.

O que ganho no bar, dá apenas para as minhas despesas essenciais. Há já um tempo que aprendi a viver de maneira muito fulgral, e o que o ganho dava sem grandes complicações para cobrir as minhas despesas, mas agora a situação é diferente. Para melhor claro, mas implica uma outra maneira de viver e obviamente outro tipo de orçamento.

Este sentimento não é de todo novo. Já na altura em que andava com o V. existia. Muitas vezes eu não o podia acompanhar, porque não conseguia manter o mesmo estilo de vida.

Mas como neste caso o meu amor pelo H. é muito maior e quero mesmo fazer muito mais com ele, do que alguma vez quis com algum namorado meu, fiquei deveras frustrado. E foi de tal forma que o meu amor apercebeu-se disso através das mensagens que trocamos.

Ao final da tarde, veio ter comigo, e lanchamos juntos. Senti nele uma frustração por saber que eu estava triste e não lhe contava o porquê. Quando chegamos a casa, não aguentei mais e tive que lhe contar. Não consigo guardar-lhe segredos. Falamos e eu fiquei bem.

Hoje aprendi que o amor é também partilhar problemas, dúvidas e conflitos e fantasmas internos. Mesmo nesta fase de enamoramento, e de sedução em que tudo devia ser perfeito e cor-de-rosa, o partilhar de sentimentos profundos ainda que não muito positivo, quando se ama e se é amado de verdade, não faz mal. Muito pelo contrário. Senti-mo mais próximo do H. o meu amor por ele galgou mais um nível.

R.

Luar_Amigo a 21 de Novembro de 2007 às 20:23
É isso mesmo. Namorar não é só partilhar as coisas boas da vida, mas essencialmente as menos boas.
Por aquilo que estás a passar, já eu passei com o meu ex e o resultado foi: afundei-me em empréstimos para poder acompanhá-lo na sua forma de vida, mas felizmente já tudo foi resolvido. Nesse erro eu não caio mais, seja por quem for. Vou até onde a carteira me deixa ir, mais nada. Quem me Amar, como o MA, só tem de compreender e aceitar....
Bem, espero que continue bem entre voçês os dois.

Big Abraço :)

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