O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
O que me dizes?
Por: Ray, em 13.04.09 às 22:07link do post | adicionar aos favoritos

Se não fosse verdade até tinha graça... assim é só triste!

Mas tinha que por esta foto aqui. Embora seja montagem representa algo infelizmente verdade.

      R.

 

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O que me dizes?
Por: Ray, em 13.04.09 às 20:18link do post | adicionar aos favoritos

       7 de Abril de 2009

 

      Recebi este mail, o qual me parece pertinente colocar on-line.

 

Bom tarde,

 

Chamo-me Elisabete, sou socióloga e é nessa condição que tomei a liberdade de vos contactar.

Tive acesso ao vosso contacto de e-mail através do vosso Blog.

 

Escrevo-vos a propósito de um  projecto de investigação que estou a desenvolver juntamente com uma colega minha, e para o qual precisamos de ajuda.

 

Passo a explicar com mais detalhe o projecto.

 

Este projecto sociológico tenta desconstruir a ideia de que a forma como os indivíduos se relacionam quotidianamente e na esfera doméstica se esgota na diferença de sexo entre membros do casal. Para tal, precisamos de entrevistar membros de casais homossexuais (gays e lésbicas) que coabitem há pelo menos um ano e que residam na Área Metropolitana de Lisboa.

 

As entrevistas serão:

-       realizadas aos membros do casal separadamente,

-       no horário e local que lhes seja mais conveniente,

-       gravadas para efeitos da análise mas, está claro,

-       completamente anónimas (o nome das pessoas nunca será identificado e o conteúdo integral das entrevistas nunca ficará disponível para fora desta equipa).

 

Esta pesquisa científica serve apenas interesses académicos (nunca jornalísticos) na área dos estudos da família e do género.

Gostaríamos que nos pudessem passar contactos de amig@s ou colegas que preencham os requisitos para a entrevista ou que para eles reencaminhassem estes mails.

Em todo o caso, mesmo que não tenham contactos directos, podem reencaminhar este mail para a vossa lista informal de contactos, para que possamos alargar o leque de possíveis contactos?

 

Muito obrigada.

 

 

Cumprimentos,

Elisabete Rodrigues

 

Elisabete Rodrigues

elisabete.rodrigues@iscte.pt

http://www.cies.iscte.pt/investigadores/ficha_completa.jsp?pkid=232&subarea=todos

 

Magda Nico

magdalalanda@gmail.com

http://www.cies.iscte.pt/investigadores/ficha_completa.jsp?pkid=224&subarea=todos

 

-----------------------------------------------------------------------

Elisabete Rodrigues

CIES - ISCTE

Centro de Investigação e Estudos de Sociologia

Edifício ISCTE, Avenida das Forças Armadas

1649-026 Lisboa Portugal

Tel /phone +351217903039

Fax +351217940074

 

 

 

 

 

 

 

O projecto destas senhoras soa-me interessante e importante. Eu e o H. só não participamos porque não reunimos todas as condições para tal. Mas deixo aqui o apelo. Quem reunir os pressupostos apresentados que contacte estas senhoras.

      Este tipo de estudos servirá eventualmente para provar o que para mim já é obvio. Que o quotidiano gay é em tudo semelhante ao quotidiano hetro. Passadas as obvias diferenças, no que realmente importa e é relevante essas diferenças desapareçem e apenas denominadores comuns restam. E se é necessário um estudo académico para isso ser demonstrado, então que seja.

   R.

 

www.cies.iscte.pt

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O que me dizes?
Por: Ray, em 13.04.09 às 20:17link do post | adicionar aos favoritos

      6 de Abril de 2009

 

      O meu irmão conseguiu uma entrevista de trabalho, mas a sede da empresa é em Setubal. Por estar sem carro pediu ao H. que fosse com ele lá e como eu conheço razoavelmente bem aquelas bandas acabei por ir também. E ainda bem que fui, senão a esta hora ainda por lá estavam a procura da dita empresa.

      Enquanto o meu irmão estava na entrevista eu e o meu nino tentavamos nos entreter. Mas não havia muito para ver ali. Como era na zona industrial de Setúbal a única coisa em que podiamos entrar e passar algum tempo era mesmo uma florista. Seca!!

     De repente e enquanto estavamos na estufa deu-me uma dor de barriga daquelas! Acho que fiquei de todas as cores. Não sei se foi do Macds que comemos à pressa, se foi do café que tinha acabado de beber num café de beira de estrada, mas estava mesmo com a tripa a rebentar. Enquanto via se encontrava um wc, a vontade passou. Ainda bem, porque não encontrei sítio para usar. Rumamos a pé de novo para perto do carro.

      Logo que chegamos ao carro, a vontade voltou. Mas desta vez ainda maior que antes. Estava a ver ia borrando as calças! Sem mais sítio para ir, foi mesmo ali. Aprorveitei um lote ainda em fase de aterro, e foi mesmo ali, atrás de um muro. Se tivesse baixado as calças um minuto depois teria sido tarde demais. Há muito tempo que não aliviava a tripa na natureza. O meu nino só se ria. E ainda tirou fotografias!

      Depois da entrevista e já a caminho de casa ainda paramos para dar uma voltinha no Forum Monijo.

      Chegamos e pouco tempo depois já tinhamos jantado e estava de novo no bar.

      Antes de adormecer-mos e já na cama com a luz apagada, o meu nino sem querer deu-me um valente linguado na narina. E ainda demorou uns segundos até ele perceber o que estava a fazer. Foi um fartote de riso.

      R.

 

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Por: Ray, em 13.04.09 às 20:15link do post | adicionar aos favoritos

       5 de Abril de 2009

 

      Com a longa noite de ontem, hoje ficamos em casa o máximo de tempo possivel.

Dormimos até tarde, levantamo-nos apenas para ir ao café e ficamos na ronha na

cama. Sabe tão bem fazer isto, simplesmente estar com o meu nino sem preocupações.

      Como queriamos estar o máximo de tempo na camita, em vez de sairmos para jantar por aí, mandamos vir telepizza. Enquanto esperavamos que chegassem entregamos-nos aos beijos e carinhos, e rápidamente estavamos os dois de pau teso. Nem demos pelo tempo passar e derrepente a campainha da porta toca. Dei um salto e só tive tempo de procurar uns boxers e novamente a campainha tocou.

      Abri a porta com o pau meio teso dentro dos boxers que quase nada conseguiam disfarçar. E por mais que tentasse me esconder atrás da porta, o gajo que entrega as pizzas percebeu bem o estado do meu zézinho. Mas confesso que eu nem estava envergonhado. O gajo evitava olhar para mim. Ou olhava para o chão, ou para o tecto, mas para mim nunca. Coitado. Acho que ficou mesmo embarassado.

      Comemos as pizzas a falar nisso e a rirmo-nos!

      Chegou a hora do trabalho e depois de um banho rápido lá fomos os dois. É engraçado ir para o bar com o meu nino. Amo-o muito e adoro estar com ele em todas as situações. Como estamos em periodo de férias escolares o bar tem andando com um movimento muito bom e como tal não tinha muito tempo para passar como o meu nino. Mas como estavam lá as babes, ele mantinha-se entretido, ora a conversar, ora a jogar uno.

      Já na cama acabamos o que tinhamos começado antes de sermos interrompidos pelo homem das pizzas.

      Foi um bom domingo.

      R.

 

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Por: Ray, em 13.04.09 às 20:14link do post | adicionar aos favoritos

      4 de Abril de 2009

 

      O meu nino começou as férias ontem e veio ter comigo hoje.

      Como estava a trabalhar veio directo para o bar. Foi engraçado. Logo que ele chegou, as babes também chegaram e meteram-se logo a jogar uno. E eu a trabalhar que nem um mouro e cheio de inveja de não estar também a jogar. Mas a vida é assim. Pelo menos podia ir olhando para ele. E com aqueles olhares de complice partilhavamos sentimentos e pensamentos sem nunca dizer uma palavra.

      Até mesmo quando eu ou ele queriamos que o outro apreciá-se uns gajos que estavam lá no bar, através do olhar conseguiamos comunicar isso. Foi engraçado.

      Depois do bar fechar, e como já há um tempo que as babes falavam nisso, decimos ir a uma discoteca numa cidade aqui perto. Fomos até à HORTA DA FONTE. E acabei por não me divertir muito.

      Quando lá chegamos aquilo estava mesmo cheio. Para mim até demais. Não gosto muito de apertos. Mas enfim, como o meu nino e as miudas estavam a gostar, também não ia estragar o ambiente.

      Depois de dar uma volta completa ao espaço, lá encontramos um sítio com algum espaço para estarmos. Não aguentei ali muito tempo, a música não me dizia nada, e fui para a pista de house, é mais a minha onda. Eles seguiram-me. Mas como a música começou a ficar muito pesada para eles, lá dei a mão a torcer e fui com eles para a pista de música mais comercial. Assim que passamos a porta, o meu nino perdeu a vergonha e começou logo a dançar. Acho que nunca o tinha visto dançar tanto.

      Como não estava virado para as danças ia vendo o que por ali andava. Alem da geração “cogumelos com açucar” havia lá cada gajo podre de bom.... deu bem para lavar as vistas.

      O serviço de bar na discoteca é que deixa muito a desejar. Mesmo muito mau!

      As gajas que estão a trás do balcão estão mais interessadas em dançar e mostrar as mamas que própriamente em servir bebidas. Valeu-me um dos barman que de facto sabia estar num balcão. Mas quando fui pagar é que me apercebi que o tal gajo numa das vezes que lhe pedi uma imperia registou no cartão uma gim. Passei-me mesmo.

      Como o cansanço apertava viemos para casa. Antes ainda fomos buscar umas bifanas para compor o estomago.

      Antes de adormeçer eu e o meu nino ainda tirámos o leite um ao outro.

      R.

 

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