O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
O que me dizes?
Por: Ray, em 04.09.07 às 17:17link do post | adicionar aos favoritos

2 de  Setembro de  2007

 

A Lara morreu hoje.

 

 

Ainda não me habituei a ideia.

É triste demais, e duro demais, pensar que agora só vive na minha recordação.

Recordo com saudade amarga e dolorosa a última vez que estivemos juntos.

Quem me dera ter brincado mais com ela, mimá-la mais,estima-la mais, ama-la mais.

 Que me custava ter ficado mais 5 minutos com ela na rua de todas as vezes que saíamos? Ter comprado mais daquelas gulosises que ela survia de uma só vez? Brincar com a bola favorita dela? Correr mais um bocadito como loucos á volta da sala? De simplesmete deixa-la estar mais uns minutos enquanto dormia no meu colo, com o corpo completamente abamdonado ao cansanço e na minha confiança?  Largar o pc uns minutos quando ela entrava no meu quarto radiante e vinha por no meu colo o seu  brinquedo, e se sentava na cama cabisbaixa, simplesmente a espera da minha atenção?

Ainda queria brincar mais todas as brincadeiras que me ensinou, ver aquele olhar verdadeiramente feliz quando eu aparecia á porta da casa, não importando quantas vezes por dia entrava por aquela porta, a reacção dela era sempre, sempre a mesma, parecia que não me via á anos, fazia-me sentir a pessoa mais importante do mundo!

O olhar de tristeza com que ficava quando se apercebia que eu ia embora, a atitude submissa com que ficava a olhar para mim quando tinha que lhe ralhar, estão a matar-me de remossos e a retalhar-me o coração.

Pouco lhe importava se chegava perto dela feliz, triste, a cantar, desanimado,  cansado,  zangado,  bem vestido,  de trapos, penteado, de barba por rapar, com fome, ou sem dinheiro. O amor dela era sempre o mesmo: Total, incondicional, e sem reservas.

Para sempre recordarei todas as gracinhas que fazia, a maneira que andava, as vezes que a pegava ao colo para ela espreitar pela janela, a velocidade com que aprendia as coisas que lhe ensinava, e de todas as outras que me ensinou!

Tantas foram as vezes que me surprendia a fazer coisas que lhe ninguem lhe havia ensinado.

 

Partiu cedo demais!

 

Lara, a minha menina morreu!

 

Apenas queria mais um dia com ela.....

 

Hoje vivo e choro pela falta dela.

 

Acordou a minha mãe ás 3 da manha a pedir mimos, recebeu os que quis, saiu do quarto, e foi morrer no sofá, no sítio dela no sofá.

 

Nunca terei outra cadela como ela!

 

A tristeza...............................

 

R.

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