O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
O que me dizes?
Por: Ray, em 25.10.08 às 19:24link do post | adicionar aos favoritos

            24 de Outubro de 2008

 

            Hoje fui a Lisboa, a uma entrevista de trabalho.

            Na sext-feira passada, recebi uma chamada de uma empresa de recursos humanos, a perguntar se me recordava de há uns anos atrás ter tido umas entrevistas com eles, e se estava com disponibilidade para fazer mais uma entrevista. Claro que disse que sim, e ficou marcada para hoje.

            É uma daquelas empresas de RH que fazem recrutamento para empresas suas clientes. Da vez que me inscrevi e fui lá a uma entrevista, era para a sonae. Fui seleccionado e já nas entrevistas na sonae, descobri que era para um posto na margem sul e acabei por não entrar.

            As instalações da empresa agora ficam a meio da Av. da Liberdade. Meti-me no comboio, metro e um pouco antes do meio-dia estava a entrar nos escritórios. Estava um pouco ansioso e nervoso, mas ao mesmo tempo animado. Afinal estes senhores são bons profissionais e a principal função deles é encontrar pessoal para trabalhar.

            Indicaram-me um gabinete e pediram para aguardar um pouco que o consultor viria já ter comigo. A entrevista estava marcada para o meio-dia.

            Quarenta minutos depois ainda ninguem havia ter vindo comigo. Dez minutos mais passaram, e eu estava pronto para me levantar e ir perguntar a recepcionista se haviam esquecido de mim, ouvi alguem a falar no corredor: “- como é que ele se chama?”. Ouvi a secretária a gritar “R.”.  instantes de pois entrava o gajo que me ia fazer a entrevista.

            Depois de me pedir desculpa pelo atraso, sem nunca me dizer o porque de estar 50m a espera, lá começou a lenga-lenga do costume, quem são, o que querem de mim e o que podem fazer por mim.

            Apresentações feitas, as perguntas do custume nas entrevistas de trabalho, e finalmente soube o porque da chamada até Lisboa. A empresa abriu um novo ramo de negocio, e precisam de construir base de dados. A minha presença lá era só mesmo para confirmar e actualizar o meu C.V. para eventuais futuras necessidades.

            Saí de lá, sem grandes esperanças de emprego imediato, mas pelo menos sempre é mais uma porta que fica aberta.

            Desci até ao Rossio para lavar as vistas com os gajos que andavam na rua durante a hora de almoço, e enfiei-me no metro para o parque das naçoes para ir almoçar.

            Fui comer um hamburguer ao Burguer King. Tive montes de tempo a espera, a gaja a minha frente pedi a coisa mais estupida que ja ouvi: CHEESE BURGUER mas SEM QUEIJO! parou a cozinha toda.

            Depois de almoçar e como não havia ninguem de jeito para ver no “Vasco da Gama” fui para a estação do oriente esperar pelo comboio. Entreti-me a ver uma exposição dobre a nova ponte do tejo, e o tgv. Ainda estive um bom bocado de volta da feira do livro que lá estava também. Ainda assim estive que esperar um bom bocado a fumar e a esperar o comboio já na plataforma.

            A caminho de casa, eu e o H. chegamos a conclusão que não nos encontrariamos hoje. Ele tinha umas coisas para fazer e arrumar na esplanada e depois precisava de descansar. E eu também.

            Já tinha chegado a cidade, o J.P. pediu-me perguntou-me se podia ir trabalhar hoje, visto o puto não poder ir. Aceitei e depois de descansar um bom bocado fui para o bar.

            R.

 

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