O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
O que me dizes?
Por: Ray, em 10.10.07 às 18:20link do post | adicionar aos favoritos

5 De Outubro de 2007

           

Ontem fui à discoteca. Se um espaço daqueles se pode chamar isso! Mas é o que há nesta terrinha da treta!

 Antes disso tive uma daquelas noites não bar que quase rebentou comigo. A juntar a noite de quarta em que houve rally das tascas, dos caloiros da enfermagem, foi cansaço em cima de cansaço. Não sei de onde é que vem tanta gente, mas o bar está a bombar. Ainda bem! Houve uma altura que já estava eu, o patrão e uma ex-funcionária e o marido a trabalhar! E se mais gente houvesse, mas trabalho se lhe arranjava! Quando a noite acabou, alguns dos amigos da casa convidaram-me para ir a discoteca abanar o esqueleto. A princípio não era para ir, mas lá acedi.

Já cheguei lá, passava das 3 da matina, mas a casa até estava muito bem composta. Como a sede já apertava resolvi beber uma bejeca, e foi aí que a noite se complicou.

Tive mais de 20 minutos à espera da porcaria de uma imperial! Embora fossem 3 os barmen, estes estavam mais preocupados em fazer malabarismos com garrafas, lançar fogo aos cinzeiros, e usar aerossóis como lança-chamas do que atender a multidão que se debruçava sedenta no balcão! E nem vale a pena me lançar a comentar a roupa e o estilo dos bichos! Suficiente dizer Dzrt.

Quando aqueles senhores lá resolveram fazer aquilo para que lhe pagam – servir copos – inquinaram apenas para uma ponta do balcão. E não era aquela em que eu estava! E o tempo que perdiam a bater o couro as pitas era já exasperaste!

Enquanto esperava, fui pisado, empurrado, esmagado, e fui sofrendo com o odor a suvaco mal lavado dos gajos que levantavam os braços, na tentativa vã de chamar a atenção daquela gentinha que se queria a servir copos. Mas nem tudo é mau. Enquanto sofria aquele martírio, fui empurrado e o meu zezinho foi de encontro a um rabinho muito giro que estava a minha frente. O tipo nem olhou para trás. Lá me consegui colocar ao lado dele, por fim ao balcão, e não é que a mão do menino começa a roçar no meu zezinho?! A princípio ainda pensei que tivesse sido sem querer, mas a vezes que aconteceu, e da forma calma e lenta que aconteceu, não deixaram margens para dúvida.

Eu ía olhando para ele e sorrindo, deixando o rapazito, que por sinal até era bem giro, continuar a descobrir o meu tesouro.

            Lá consegui a minha bebida, e fui procurar o pessoal, que pelo tempo que demorei, já tinha pensado que tinha bazado. O menino do balcão, nunca mais o consegui topar na casa. O dj entretanto havia aberto um belo set de D&B, o que muito me agradou, pois consegui entrar naquele meu mundinho, e que a porta só se abre com a batida certa, entretendo-me a observar a fauna que por ali se estava. Que estranho estas tipas de hoje. Gordas ou mal vestidas. E os gajos também não são nada por aí além.

Ainda tentei perceber como é que havendo pelo menos 136 batidas por minuto, uma tipa que tentava dançar a minha frente, não consegui acertar numa!

            A determinada altura tive que passar novamente pelo tormento de ir pedir outra bebida, tentei noutro balcão, mas poucas melhoras houve.

            O pior é que os pés e as pernas, começaram a dar sinais de cansanço, e resolvi mesmo sair. Despedi-me e fui encontrar a caixa para pagar. Tive quase para curtar os pulsos. Uma hora para pagar. A fila até era suportável, o que me mata é mesmo a falta de respeito dos que se põem a frente!

O que é que os portugueses têm contra as filas? Custa muito perceber a mecânica disto? É que se todos respeitassem, todos seriam atendidos mais rapidamente! Mas não! O Chico espertismo nestas ocasiões impera! Acho mesmo que deveria ser criado o verbo: ”Chico-espertear”.

No final desta façanha que é pagar um cartão, tive que ir mijar. Graças aos urinóis tipo, “mija aí para a parede”, sempre dá para ir vendo umas coisitas giras. Desta vez saí de lá com o ego em cima. As pilitas dos gajos que lá estavam eram mesmo minorcas.

Tava já para começar a descer as escadas, quando me chega aos ouvidos uma musica conhecida. Tive que voltar para a pista. Tava a ver que me ia embora sem sem ouvir House! Acabei por ficar mais uma hora naquele espaço, a curtir o meu som.

Porque afinal de contas, e como diz a canção: “it doesn’t matter hows the club, it doesn’t matter what the crowd looks like, it even doesn’t matter who the dj is, ITS ALL ABOUT HOUSE MUSIC!”

R.

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