O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
O que me dizes?
Por: Ray, em 19.10.08 às 18:53link do post | adicionar aos favoritos

            17 de Outubro de 2008

 

            Andei a semana toda sem grande inspiração para escrever.

            Mas aqui vai um resumo rápido do que aconteceu.

           

            Segunda-feira:

            Dia calmo, a noite no bar também começou de forma muito calma. De repente a porta abriu e começaram a entrar pessoas em fila. Parecia que nunca mais acabava. Numa questão de minutos tinhamos o bar à pinha. Dois grupos grandes.

            No final de toda a gente estar servida e beber, eu e a S. ficamos a conversar dentro do balcão. De repente ouvimos cantar e som de um acordeon. Viramo-nos rapidamente e estavam um gajo a tocar e todos a cantar.

            Com a confusão de servir o pessoal todo, nem tinhamos reparado que alguem havia trazido um acordeon.

            Ajustei o volume do som do bar para o minímo e deixamos o gajo tocar. Fui muito divertido. Música ao vivo.

            O melhor disto tudo, é que o gajo que estava a tocar era um pão.

            Vestido à beto. Calças claras, puxadas para cima muito justas. Notava-se o enchumaço todo, não como um volume, mas notava-se as formas todas. Deu para lavar as vistas.

 

            Terça-feira:

            Hoje estive de folga. O meu nino veio ter o comigo no final de sair. E pouco tempo depois de ele chegar, entrou o gajo que veio fazer a instalação da tv cabo e internet.

            Como o gajo tinha que instalar a power box no meu quarto tivemos que deixar a porta aberta. E como o gajo (que segundo o meu nino era bom) estava sempre a entrar e a sair, e os putos também estavam aqui, acabamos por não poder namorar muito. O gajo da tv cabo falava sem parar.  Um trabalho que demorava meia-hora ele levou quase hora e meia a fazer. Mas valeu a pena dar-lhe conversa. Acabou por instalar coisas que não estavam contratadas e deixou montes de cabos de graça. Agora já tenho net. Aliás, não há fome que não dé em fartura. Antes não tinha acesso nenhum à net. Agora tenho em casa e no bar eles também instalaram wi-fi à borla.

            No final de jantar as pizzas que mandamos vir tivemos tempo para namorar um pouco. Amo muito o meu H.

 

            Quarta-feira:

            Nada de especial, passei o dia a fazer zapping, e a navegar na net.

 

            Quinta-feira:

            Acordei tarde, mas muito bem disposto. Pelo menos até ligar a net e visitar o blog do meu amor. Estragou-me a tarde.

            Tinha um post lá em que falava que me achava que estou a distanciar-me, e que acha que algo não está bem comigo e que não lhe queria dizer. O que me chateou não foi o facto de o ter escrito, mas sim por estar a pensar merdas e nem sequer me perguntar. Admito que fiquei de trombas. É que não se passa nada comigo. Amo-o muito e não entendo o que faço que despolta este tipo de pensamentos no meu homem.

            Levantei-me e fui tomar café. Quando vinha para casa, lembrei-me que estava de folga hoje não tinha nada para fazer para o jantar. Passei no talho.

            Não estava mesmo com cabeça para ver se o gajo estava ou não a fazer flirt. Mas quando cheguei a casa reparei no que havia trazido. Pedi febras, paguei febras, mas dentro do saco vinham bifes. Nada mau!

            Entretanto  o meu nino veio ter comigo. Depois de esclarecer-mos as coisas, namorar-mos um pouco, fomos jantar ao macds.

 

            Sexta-feira:

            Começei um novo vicio.

            Travian.

            Se virem uma aldeia chamada “Motherload”, não ataquem! Sou eu.

 

            Sábado:

            Passei o dia a fazer zapping e de volta do travian, e fui para o bar.

            Como sempre começou lento, e de repente encheu. Fartei-me de dar ao chinelo. Foi mesmo uma grande noite. Montes de gente. Dois gajos muito giros, que por o bar estar tão cheio quando passava por eles rocavam-se um pouco. Mas acho que era acidental....

            Já passava das 4 da manha quando finalmente saí.

 

R.

 

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O que me dizes?
Por: Ray, em 13.10.08 às 21:29link do post | adicionar aos favoritos

            11 de Outubro de 2008

 

            É tão bom acordar juntinho ao meu nino.

            Tinhamos pensando em irmos para lx, mas a ameça de chuva da metereologia, fez-nos repensar as coisas. Sem ter grandes planos traçados, despachamo-nos e fomos almoçar ao shopping aqui do burgo. Como não tinhamos mais nada pensado, resolvemos ir até ao Forum Montijo. Embora ainda seja longe, pelo menos sempre davamos um giro por um sítio diferente.

            Já no caminho, e a meio da ponte Salgueiro Maia, reparamos que o ceu estava todo limpinho e num vipe, decidimos que valia a pena arriscarmos ir para o Bairro alto. Voltamos logo para a cidade, e depois de enfiar meia duzia de coisas numa mala, partimos para lx.

            Já a meio caminho para a capital, liguei para a residencial Anjo Azul para ver se tinham quartos disponíveis. Não tinham nada. Completamente cheio. E a “Globo” também. A senhora que nos atendeu o telefone ainda disse que provavelmente uma outra que também é gayfriend, a “lua” qualquer coisa, teria uma quarto. Decimimos ainda assim, arriscar e continuamos o caminho.

            Depois de quase 40m às voltas no parque das nações à procura de um lugar minimamente seguro para deixar o carro, tivemos mesmo que o deixar num dos parques pagos. Pelo menos, sempre ficava minimamente vigiado.

            Ainda tivemos que fazer uma visita rápida à Zara e a Quebra-mar do “Vasco da Gama” para comprar umas camisas para vestirmos à noite.

Enfiamo-nos no metro e pouco tempo depois estavamos no Chiado. Subimos ao bairro alto e fomos até ao “Anjo Azul”. Embora não tivessem quartos, podia ser que nos ajudasem. E assim foi. A Senhora que estava na recepção indicou-nos umas três residenciais que embora não fossem gay, talvez tivessem quartos livres.

            A primeira que nos indicou estava também já cheia. Já a entrar em desespero começamos a rumar para a zona do rossio, que embora fosse um bocado longe, talvez lá houvesse algum quarto. Ao passar numa das ruas, o meu nino viu no final dessa mesma rua o sinal de uma residencial. Como não tinhamos nada a perder, arriscamos.

            Como tinham vaga, ficamos logo alí na “Residencial do Norte”. Quando subimos para o quarto é que foi pior. O quarto era mesmo muito mau! Pequeno, tecto baixo, e mobila horrivel. Nem tv tinha. O wc era claramente improvisado, e só dava vontade de rir. Mas pelo menos tinhamos um quarto e como era mesmo só para dormir umas horas e tomar banho, também não procuramos mais. Depois do meu nino tomar um banho, vimos no chão uma osga bébé. Fiquei a pensar, se esta era bébé, onde andariam os pais?

            O H. ainda andou a ver se os via algures no quarto, e decimos que o melhor era vir para o quarto mesmo muito bêbados para nem pensarmos mais onde raio estavamos a dormir.

            Depois do meu banho saímos para ir jantar. Ficamos logo num restaurante perto da residencial. A fome já era muita. Nas ruas eram só estrangeiros. Muitos espanhois e nórdicos.

            Fomos tomar café à “Brasileira”. Ainda era cedo para irmos para a night, e ficamos um bom bocado a ver quem passava. Realmente aquilo é mesmo uma zona de encontro para gays. Deu para lavar-mos as vistas em dois gajos mesmo muito giros que lá estavam, e infelizmente também estava lá um velho que não parava de nos fixar. E mesmo durante o resto da noite no bairro alto, andava sempre a ver se nos via e não parava de olhar e sorrir. Tinhamos mesmo que nos virar de costas para ver se ele percebia que não queriamos nada com ele.

            Demos uma voltinha alí pelas ruas do chiado, e fomos finalmente para o bairro alto.

            Começamos a noite no “Portas Largas”.

            Nada demais. Ainda estava tudo muito calmo. Embora já um gajo que estava sentado ao nosso lado, tivesse a galar o meu H.

            Dalí fomos para o “Setimo Ceu”. Ainda estava praticamente vazio. Pouco tempo depois de nos sentarmos, entrou um gajo que não parou de olhar mais para nós. Baixinho, nem por isso feio, com um belo rabo e pernas. Sentou-se ao balcão e até se virava para trás só para olhar para nós. Claro que de vez enquando também olhavamos.

            E assim começou a noite. De bar em bar, de esquina em esquina. A determinada altura havia tanta gente na rua que até fazia aflição. Muitos gays. Alguns muito giros, bastantes bichas, e alguns velhos.

            Engraçado é que o meu nino fartava-se de ser galado ou por velhos ou por bichas. Eu ainda troquei olhares com dois ou três gajos muito giros.

            O gajo que nos mirava no “Setimo ceu” até parece que andava atrás de nós. Para qualquer lado que fossemos, passado pouco tempo lá estava ele. Vimos também muitos dos gajos que haviamos visto no chiado enquanto tomavamos café. Em especial o raio do velho que não parava de olhar para nós.

            Embora da outra vez que lá fomos me tenha divertido mais, também gostei desta noite. Muito mais gente na rua, as vezes até demasiadas. Eram três da manha quando acabamos a noite. Os bares começaram a fechar e as nossas pernas começavam a dar sinais de cansanço. Enquanto falavamos um com o outro, o tal gajo que nos andava a perseguir toda a noite, acabou por se aproximar, e apresentou-se. Chamava-se Manuel, vivia em Londres, e era timorense.

            Perguntou-nos se eramos namorados, e logo que lhe dissemos que sim, o interesse dele diminui. Despedimo-nos dele e fomos para o quarto.

            Adormece-mos pouco depois.

            R.

 

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Por: Ray, em 03.10.08 às 15:34link do post | adicionar aos favoritos

2 de Outubro de 2008

 

Ao entrar em casa dei de cara com os putos. Estavam de saida para irem ás compras. Depois de dois dedos de conversa, concordamos com o que haveria de ser feito para o jantar. Uma salada de fusilli com legumes salteados. Lembrei-me que talvez ficasse bem também uns pedaços de frango grelhado. Eles concordaram.

Assim e enquanto eles foram ao pingo doce eu fiquei de ir comprar os bifinhos de frango.

Fui até ao talho aqui do lado, onde trabalha o tal gajo que parece fazer-me flirt sempre que lá vou. Quando entrei estavam ele e dois velhotes á conversa sobre queijos. Cumprimentou-me efusivamente como costume e continuou a conversa e a cortar uma perna de porco que estava pendurada à espera de ser desmanchada.

A conversa centrava-se num queijo de cabra qualquer, e de repente o gajo do talho saí-se com uma frase que acaba em  “queijo de chibo” e olha para mim e sorri muito. Achei que estava só a ver se tinha sorrido àquela piada. Mas depois vem para a minha frente e repete: “queijo de chibo é que é bom” dizendo isto num tom de voz muito mais baixo que de certeza que os velhos não ouviram, e depois de o dizer faz um sorriso malandro daqueles que até se levanta o sobrolho e sem nunca desviar o olhar dos meus olhos.

Cada vez mais acho que o gajo se está a fazer a mim. E se ele faz este flirt sem eu responder aos avanços, como seria se eu provoca-se também?

Vim para casa a pensar nisto, rapidamente era hora de fazer o jantar. Lá chamei os putos, que embora muito pouco me ajudem nos tachos, tem aprendido. Espero.

A salada ficou óptima. Soube mesmo bem.

R.

 

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Por: Ray, em 23.09.08 às 15:59link do post | adicionar aos favoritos

20 de Setembro de 2008

 

Com o tempo cada vez melhor e com o calorzinho bom que se sentia, fui-me aninhar na cama, começando a conformar-me com a sentença que não seria hoje que iria sair a noite com o meu nino. Jantei, fui tomar um café rápido ao sítio do custume e voltei para o conforto da camita. Como nada de jeito havia para ver na tv, liguei o pc para ver um dvd. Escolhi ver “ O Piano”.

Filme escuro e intimista. Além de gostar da história, acho a banda sonora extraordinária e a fotografia fabulosa! Aquela cena do piano na praia é quase poesia.

Outro bonus deste filme é as cenas de nú. Para os hetros a Holly Hunter, para os gays o Sam Neill, é dos poucos filmes de bom gosto que tem umas cenas de nú masculino frontal de forma clara e sem pudores.

Logo depois desta cena, o meu nino disse-me que começou a chover lá e que iam fechar a esplanada e que dentro de uma hora estaria comigo.

Fiquei extasiado. Como já não estava a espera desta notícia, não cabia em mim de contente. Já nem vi o resto do filme em condições.

Quando finalmente avisou que estava a sair de casa, levantei-me. Não tinha roupa nenhuma pronta para a night e tinha que ir passar a ferro. Apanhei um real susto.

Quando liguei o interruptor e a lampada literalmete explodiu e o quadro electrico disparou. Quase que me borrei todo.

Ainda demorei a escolher o que iria vestir. Mesmo sem termos falado muito nisso, quase de certeza que o destinho seria o bar gay aqui perto e queria ir bem vestido é que os gays são críticos terríveis. E embora seja um bar de provincia, o meu nino veste-se sempre tão bem que não o quero envergonhar!

Despachei-me, esperei pelo H. a fumar à janela. Estava mesmo uma noite optima. Depois de uns beijos aquando a chegada dele, rumamos para o bar.

Chegamos lá era quase uma da manha. Desta vez o bar estava muito mais composto. Mas inevitávelmente enquanto caminhavamos da porta até uma mesa (a única que estava livre) no canto do bar, tinhamos todos os olhares postos em nós! Afinal eramos carne fresca no pedaço!

Gostei da localização da mesa. Como era mesmo na parte final do bar, se alguem olhasse teria mesmo que dar nas vistas ao virar-se para trás! Quando nos sentamos e mesmo antes de pedirmos as bebidas, o H. reparou que estava lá um gajo que não parava de olhar para nós. Era o B. ainda andei com ele algum tempo. Conhecemo-nos no bar gay de T.N. e dai saiu uma pequena relação. Mais física que outra coisa.

O H. sabe quem ele é porque há um tempo atrás passamos por ele na estação de serviço na A1 de Aveiras (uma das mecas de engate gay no país) e aí lhe contei quem ele era. O B. é um tipo normal, nem bonito nem feio, bastante peludo, um bocado abixanado, em especial na intimidade da cama. Facto curíoso é ele trabalhar numa agencia funerária. É o gajo que conduz o carro funerário.

Sinceramente estava-me a cagar para o facto de olhar ou não para nós. Há muito tempo que não tenho contacto com ele, e nem preocupado estava.

O bar até estava muito bem guarnecido. Alguns gajos muito giros mesmo! E mesmo que não fassamos por isso, os olhares acabam-se por cruzar com um ou outro gajo. Acho que é normal! Como por exemplo o de três gajos que estavam de pé, perto do balcão na direcção da nossa mesa. Sempre que eu ou o H. olhavamos para eles, estavam a olhar para nós, e rápidamente viravam a cara para disfarçar. Acho engraçado. Mas um desses em especial não parava mesmo de me galar. Mesmo quando olhava ele não tirarva o olhar. Devia querer festa.

Entretanto o meu nino também devia estar a topar algum gajo, porque ficava aos minutos seguidos a leste da minha presença.

Uma coisa que me faz pensar um bocado é a atitude do H. nos espaços gays,

Por mais que uma vez me negou um beijo. Outras vi que embora não tira-se a cara sentia-o tenso com o facto de o estar a beijar, ou a fazer-lhe um carinho na cara, mão ou pernas.

Em qualquer outro espaço entendo esta atitude. Agora num espaço que é gay, onde podemos publicamente e sem pudores demonstrar o afecto que nutrimos, faz-me pensar. Não entendo o porque! Também não sou apologista de grandes agarranços, apalpões, nem daqueles beijos com a lingua até ao duodeno em público. Não é disso que se trata. Mas um xoxo, um beijo, um carinho. Ele não gosta que o faça e nem tenta faze-lo a mim. Será vergonha de mim? Será que não quer que se saiba que tem namorado?

Com isto na cabeça a noite já não soube tão bem como poderia saber.

Entretanto começou o show das travecas. Muita Celin Dion cantaram. Três canções, duas delas seguidas. Falta de bom planeamento. O som também estava uma merda. Estava muito alto e fazia grande distorção. Aliás o Dj estava bem era a lavar copos. Não fez uma passagem de jeito. Nem uma para a mostra. E a falta de ouvido na altura do show então mostra que o gajo defenitivamente não sabe o que faz.

Acabado o show decidimos vir para casa. Antes disse fui tinha que deixar algum do safari-cola que bebi, ali mesmo. Levantei-me e fui ao wc. Mesmo ao acabar de mijar, entrou o gajo que toda a noite me galou. Encostou-se ao urinol, e enquanto eu lavava as mãos não parava de olhar para mim e a mexer no pau. De certeza que não estava a mijar. Era um tipo baixito, ali no wc e por estar mesmo ao pé dele reparei que até nem era feio, e tinha um rabo bem redondinho e com muito bom aspecto. Quando sai consegui-lhe ver de raspão os grandes colhões que tinha. E ele sempre a sorrir e a olhar para mim.

Pagámos e viemos para casa. Enrolamo-nos logo num beijo e tudo o que se segue naturalmente.

Acabamos esta noite de amor, com a minha lingua a fazer-lhe um belo cunete e a minha barriga e peito a escorrer com leite derramado.

Ainda ficamos mais um pouco a namorar, mas já eram quase 4 da manha e o meu nino ainda tinha que fazer uma viagem grande para casa. Despedimo-nos e fiquei a espera que ele chegasse a casa para eu poder dormir também.

Logo que me ligou, disse-me algo que não estava mesmo nada à espera. Na auto-estrada a caminho de casa, passou por uma carro que lhe começou a fazer sinais de luzes. Ele consegui ver que era o B. foi sempre atrás dele e a determinada altura o H. teve mesmo que acelerar e bem para o despistar. Foi atrás dele quase até a saida da auto-estrada para casa do H.

Não estava a espera desta atitude do B.

Logo após as despedidas ao tlm, o meu tlm toca. Um numero que eu não conhecia. Foi só um toque. Desconfio que tenha sido o B. mas como já não tenho o contacto dele, não tenho certeza. Mas depois da presseguição do meu menino e o toque aquela hora, só podia ser ele.

Tentei adormeçer, mas ainda a pensar no porque do H. não me querer beijar no bar.

R.

 

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Por: Ray, em 23.09.08 às 15:52link do post | adicionar aos favoritos

18 de Setembro de 2008

           

            Acordei demasiadamente cedo hoje.

            Ontem adormeci tarde, e embora precisase de estar na cidade antes das 13h, acordei mesmo cedo.

            Não por opção, mas há obras no meu prédio. Acordei com o barulho do que parecia um martelo pneumático mesmo em cima da minha cabeça! Lá me levantei e depois de tomar banho e me vestir, quando estava a caminho da porta, a mãe do puto chamou-me ao quarto deles, para lhe dar a morada completa, o meu numero de tlm e para me pedir que olhasse e cuidasse do filho.

            Vi nos seus olhos a tristeza e angustia que sentia. O puto está nas 7 quintas. A curtir a adrenalina da aventura que vai começar. Acho que só daqui a umas semanas é que se vai aperceber do que é estar sem a mãe para lhe fazer tudo.

            No final de me despedir, ela vai para a madeira e ele para lx uma semana para casa de uns primos (vou ter a casa para mim durante uma semana, a última, depois só no natal) fui para a cidade.

            Ainda fui tomar uma cafésada, e o puto quis vir tomar café comigo. Pelas conversas que temos tido o puto pareçe ter cabeça. Pelo menos para a idade.

            Depois de um salto ao banco para ir buscar um cartão MB e os códigos para aceder à pagina na net, fui colocar os post on-line. A hora de almoço é a melhor para isto. Não há grande espera para os pcs na biblioteca.

            Depois disto, fui dar uma volta pela cidade. Tinha que ir ver de uns assuntos.

            Um deles é a prenda para o H. no aniversário de namoro. Está a aproximar-se e acho que já sei o que lhe vou dar. Então andei a ver se encontrava isso aqui na cidade e quanto custava. E não posso dizer mais sobre esse assunto aqui, porque o meu nino pode descobir.

            Uma das coisas que queremos fazer é uma tattoagem. Não são identicas, mas como ambos já há um tempo que queremos fazer uma, resolvemos faze-la juntos. Assim sempre que a virmos será de alguma forma uma recordação um do outro. Porque aconteça o que acontecer este namoro, este amor que tenho pelo H. já me marcou para sempre.

            Para que isto aconteça, já ambos escolhemos o que vamos tattooar, e hoje fui falar com a tipa que as vai fazer. É a mesma que me fez o piercing no mamilo. Já ta marcada. Dia 3 de Outubro.

Mostrei-lhe os desenhos e ela gostou e achou muito original. Ainda não sei se a irei descrever aqui. Afinal é algo que me identificaria muito rápidamente. Mas estou tentado em depois de feita por aqui uma foto.... a ver vamos.

            Feito tudo isto, apeteceu-me ir ao Fabio Lucci para ir ver as “ tendencias” na loja de roupa mais barata e feia que conheço.

            Desta vez na secção de roupa de homem era só fatos de treinos. Mesmo só roupa de desporto. Daquele estilo que vemos nos Romenos, moldavos, russos e ukranianos. Numa palavra: BLARG!.

            Mas se a roupa não interessava, andavam lá 2 gajos perdidos de bons. Quando passei por eles, ouvi-os a falar e eram do leste. Mas eram os ukras mas giros que alguma vez vi. Ainda gostava de papar um. Já comi brasileiros e um italiano, mas antes de conhecer o H. tinha a fantasia de foder um ukra. E no meio de tantos que aqui há, de certeza que também há deles que são gays.

            Quando saí de lá, eles estava há porta. No todo eram 4. Todos muito giros mesmo. Um deles tinha um enxumaço que parecia muito, muito promissor. Contornos bem defenidos. Gostei de ver.

            Já estava farto de andar e sentia as pernas cansadas, resolvi rumar para casa. O meu nino não veio cá ter hoje. Foi com a vóvó as compras, e embora esteja cheio de saudades dele, acho bem que ajude e apoie a familia!

            Passei no talho para compras uns bifinhos de frango para o meu jantar. O homem do talho, depois de me cumprimentar enfusivamente e de começar a tratar-me por tu, repete o que lhe pedi, e enquanto dizia: “ mas queres do peito?” passava a mão pelo peito dele de uma forma que me pareçeu sugestiva demais. E a senhora que estava ao meu lado no balcão, a julgar pelo ar aparvalhado com que ficou, também notou! Curtou a carne olhando para mim de vez enquando e no final de me passar o saco, brindou-me um belo sorriso.

            Continuo a não entender este homem. Não lhe dei razões para ele estar a fazer o que começo a entender que seja um flirt.

            Fiz uma bela salada para o meu jantar. Espero dormir bem hoje.

            R.

 

 

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Por: Ray, em 18.09.08 às 13:18link do post | adicionar aos favoritos

16 de Setembro de 2008

 

Dia cheio de acontecimentos!

Sai de casa antes do meio-dia. Fui abrir uma conta no banco e como vivo num quarto não tenho um comprovativo de residencia. Fui pedir um na junta de freguesia e como já era hora de almoço decidi ir comer antes de me meter no banco.

Fui ao centro comercial e vi lá tanto puto que me passei. Pareciam focas numa praia em epoca de acasalamento. E juro que cada vez menos percebo o estilo desta gente. Raios abrasassem os morangos com açucar!

Saí dali ainda mais rápido que entrei. Preferi ir comer na pastelaria do N.

A caminho de lá, passei pelo GNR que já papei mais que uma vez! Embora só me tenha apercebido que era ele mesmo quando nos cruzamos, acho que ele nem olhou para mim. Olhos sempre no chão.

Mesmo que ele saiba que pode contar com a minha discreção, e que nunca o iria por numa situação embaraçosa, deve ser complicado para ele. Casado, 2 filhos, GNR todo machão e acompanhado por outro militar, deve ter tido medo. Mas eu normalmente com antigas curtes, e em especial com gajos casados só comprimento se me comprimentarem. Não gosto de causar problemas a ninguem. Mas admito que tem a sua graça ver gajos que já possui acompanhados pelas esposas e filhos que nem suspeitam o que o marido e paizinho já tiveram na boca e no cú.

Segui a minha vidinha. Comi uns salgados rápido e fui para o banco. No final de meia hora de burocracia, meia duzia de assinaturas e €52, lá me vim embora. Ainda passei pela mega store chinesa. Mesmo antes de entrar vi logo esta preciosidade:

.”Presisa-se de empregada” num papel colado na montra.

Adoro visitar lojas do chineses. Tanta coisa inutil à venda. Mas o que eu gosto mesmo é de ler as intruções em português coladas nas caixas de eletrodomesticos “made in china”. É cada perola do português. Até mesmo numas ventosas que comprei:

“Remover gancho repentino erguem gancho para cima e descascam bloco de sucção fora.”

Quando me fiz ao caminho, passei por dois PSP. Nada de jeito à distancia, mas conforme me aproximava reparei que o mais feio dos 2, e era mesmo, mesmo feio, tinha um enxumaço gigante.

Naquelas calças de pano azul, estava um alto enorme. Mesmo visto de frente era impressionante! E o pau era macisso. Via-se os contornos todos. Começava na zona de breguilha e acabava bem debaixo da zona onde acaba o bolso. Enorme e grosso. Se não tivesse assim para baixo ia jurar que estava teso, mas com o andar do gajo via-se que não. Sem exagero o gajo tem um caralho murcho maior que o meu teso!

Como ia devagar tive tempo para apreçiar aquilo bem.

Quando passamos um pelo outro e consigo ve-lo de perfil, é que reparei bem no tamanho do par de colhões. Parecia que tinha uma bola de tennis nas cuecas. Enormes. As calças até faziam pregas entre as pernas de tão esticadas que estavam na zona dos tomates! Só tinha visto enxumaço semelhante na net. Era verdadeiramente impressionante!

Passado pouco tempo de chegar a casa o meu nino chegou. Tantas saudades que tinha!

Depois de falarmos um pouco, a roupa rápidamente saíu do nosso corpo e nos entregamos nos beijos e carinhos que tanto ansiavamos.

A boca do meu nino foi de encontro ao meu pau e num apíce estava no fundo da sua garganta. O H. está cada vez melhor com a boca. O broxe dele está cada vez melhor. O que ele faz com os lábios, lingua e mãos fazem-me delirar. E cada vez o faz melhor!

Passado um bocado foi a minha vez de lhe dar prazer. E quando o começo a mamar não largo até sentir o prazer líquido na boca.

Nem sei bem o que lhe fiz, só sei que gemeu de prazer ao mesmo que um jacto de leite batia no fundo da minha garganta! Isto deixou-me ainda mais cheio de tusa.

O H. muito raramente geme ou faz qualquer som enquanto fazemos amor. Depois de descobrir que o cunete que lhe faço o põe a gemer de prazer, os gemidos que deu hoje, pela forma mais alta e intensa que os deu, deram-me a entender que o que lhe fiz hoje foi muito bom e especial! Para acabar vim-me com uma força brutal em cima da sua barriga peluda!

Gostei mesmo muito. Cada vez amo mais esta homem!

No final do meu nino ir embora, fui para a cozinha lavar a fritadeira. Poucos minutos depois, toca a campainha e entra a senhoria para mostrar um quarto a um rapaz. Desta vez apanhou-me de boxers e avental.

Aproveitei enquanto eles estavam no quarto para me ir vestir. E pelo menos fiquei a saber que as gajas que vieram ver a casa no outro dia já não vem. Mal por mal só rapazes no apartamento.

R.

 

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Por: Ray, em 16.09.08 às 12:49link do post | adicionar aos favoritos

12 de Setembro de 2008

 

Ontem no final de ter posto a escrita on-line no blog fui ás compras.

Fui ao pingo doce e no final de deixar as compras em casa fui comprar carne no talho aqui perto de casa. Quando entrei o homem que estava no balcão e quem eu penso que é o dono, faz-me um grande comprimento. Daqueles que se fazem a quem se conheçe à muito tempo. Fiquei admirado. Mas ainda mais admirado fiquei quando entraram mais clientes e ele não lhe disse nada. Nem um aceno de cabeça.

Já no outro dia, quando passei há frente da montra do talho ele me viu e efusivamente me comprimentou de dentro do talho, de tal forma que eu ouvi na rua. Antes disso, ainda durante as férias do meu H. passou por nós à noite e me comprimentou também.

Só acho um pouco estranho porque para já não sou assim tão bom cliente lá, e começei a ser cliente há pouco mais de um mês.

O gajo nem é nada de especial. Tem uns braços e mãos muito masculos, e até nem é feio. Por estar sempre com bata branca ainda não deu para apreciar o enxumaço por isso não saber o que por ali vai.

Mas tem que se passar uma destas hipoteses: ou o gajo conheçe-me de outro sitio, visto já ter trabalhado em sítios onde passava muita gente, ou engraçou comigo, ou também é do sindicato e está a fazer flirt. Neste caso o meu gaydar não me dá certezas. Por vezes apita outras nada assinala!

O meu nino está para chegar daqui a nada. Ontem não veio cá. Estou cheio de saudades.

R.

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Por: Ray, em 02.09.08 às 16:25link do post | adicionar aos favoritos

27 de Agosto de 2008

 

Saímos do hotel para comer algo.

Ainda estavamos cheios do enorme almoço, mas sabiamos que tinhamos que comer algo porque depois iriamos ter fome e nada para comer. Decidimos ir à Brasileira, comer umas tostas.

 

 

Mas pelo preço que pagamos mais valia ter ido a um restaurante!

Ficamos sentados na esplanada, e deu para apreciar o que por alí se passeava. E pela quantidade de gays (alguns bem bixas) percebemos que a noite seria em grande. afinal é verdade o que se diz: "Bicha que é bicha toma café na Brasileira"

Pegamos num roteiro gay que trouxemos do hotel, e fizemos-nos ao bairro alto.

 

Primeira paragem “Portas Largas”, bar que já tinha ouvido falar. Chegamos, por mais estranho que possa pareçer não tinha café nem muitos gays sentados por lá. Pedimos uns safari e ficamos a observar e a conversar. Derrepente o meu nino teve uma emergencia e tivemos que sair a correr para o hotel que por sorte fica mesmo ao virar da esquina e fomos para o quarto para o meu menino ir cagar.

Antes de sair-mos fomos de novo á janela, onde ouvimos os franceses a falar e a combinar o jantar. Aguardamos um pouco e quando nos apercebemos que estavam a sair, arrancamos também. Passamos por eles nas escadas e logo alí os gajos mandaram uma serie de piropos.

Como sairam ao mesmo tempo que eles, e porque não paravam de olhar para trás decidimos ver para onde iam. Se gostassemos ficariamos também. Pelo caminho olhavam para nós e riam, e nós faziamos o mesmo. Afinal sentaram-se numa esplanada para jantar, e nós seguimos em frente, depois de ouvir uns assobios e mais uns piropos.

Como não sabiamos para onde ir, e como ainda a noite estava fraca, pegamos de novo no roteiro que tinhamos e fomos visitando mais uns bares. Sempre que decidiamos mudar de bar, passavamos na esplanada do restaurante onde ele estavam a jantar para mais uma troca de olhares, sorrisos, assobios e piropos.

Entretanto e com o passar das horas cada vez se via mais gente na rua. Quando chegamos de novo ao “ Portas Largas” já um grupo grande se concentrava na rua, a beber. Muitos deles gays. Decidimos ficar um pouco por ali. Começamos então a jogar um jogo. Ver quem conseguia mais olhares provocantes. Daqueles olhares de flirt. Logo ali consegui 1! A noite defenitivamente começava a animar-se!

Começamos então uma corrida das tascas. Paravamos em todas as que tivesse  gente gira à porta. Numa destas voltas, reparamos que numa das travessas, havia um travestti, tivemos que ir investigar. Era o “setimo céu” a traveca chamava-se “Betty Brown”, sentamo-nos um pouco lá e nem por isso gostei muito.

Quando saimos, e logo que viramos a esquina, numa zona onde se concentram 4 bares, deparamos com muita, muita gente. Aliás, foi a primeira vez que vi tanto gay por metro quadrado.

E assim foi durante horas. Beber, trocar olhares, fazer flirt, dar mais uma volta até ao portas largas, passar pelo restaurante dos outros, voltar a esta esquina. Muita gente gira, muita gente a dar-se tambem ao flirt, gajos que ao passarem por nós nos comprimentavam, e numa nota negativa, foi nos oferecido venda de droga por 6 vezes.

Já no final de muitas imperias, começou a romaria ao w.c. numa destas idas, um gajos com quem havia trocado olhares durante bastante tempo, seguio-me até à casa de banho. Enquanto eu mijava, ele meteu-se no urinol ao meu lado, sacou da pila (pequenita), mas já tesa. Claro que olhei, e ele olhou para a minha. Sacodi, sorri-lhe e fui lavar as mãos, ele passa por trás e roca-se em mim. Mesmo muito. Ainda bem que estavam a entrar gajas, porque assim ele saiu. Não sei bem até que ponto é que ele estava a pensar ir.

Saí dali e fomos de novo até à esquina fantastica.

Nesse sítio, alem de muitos gays, também se encontravam muitos casais hetros, num convivio que me surpreendeu. Todos, gays e hetros na boa, a conviver e a viver a noite.

Com cada vez mais alcool, e cada vez mais flirt, e o meu nino também, estava mesmo a divertir-me muito.

A determinada altura, sem perceber muito bem como (o alcool já era bastante) meti conversa com 2 gajas que passaram por mim. Era australianas,  e param ali porque havia muitos gajos giros. Quando lhes disse que a maioria eram gay, fartaram-se de rir. O meu H. não foi de modas e perguntou-lhes logo se eram lesbicas. Mas não eram.

Ficamos os 4 à conversa montes de tempo. O meu nino de vez enquando ia ou buscar bebidas ou ao w.c. e conforme me disse mais tarde, numa dessas ida à casa de banho, um gajo estrangeiro que já nos tinha dito “ola” numa das ruas, chegou ao pé dele e deu-lhe dois beijos na boca no meio do bar.

Só soube depois, mas até o numero de telemovel deu ao H.

Ainda ficamos nesta romaria de bar em bar mais um bom bocado, mas já o alcool começava a pesar, e as horas a avançar e tinhamos que acordar não muito tarde para sair antes do meio-dia, e decidimos ir para o quarto. Sei que o meu nino também já estava bem quentinho pois, sem os pudores do custume, deu-me beijos longos e bem quentes no meio da rua em frente a toda a gente.

Quando chegamos ao quarto, o H. ainda mandou umas quantas sms ao outro que lhe deu o numero. O gajo queria que ele fosse ter com ele ao hotel, as 11h, quando o namorado dele fosse sair.

Sei que se eu não existisse na vida do meu nino ele teria ido.

E o resultado do jogo do flirt ficou nos 2 para o H. 4 para mim. Por isso se o H. não fosse meu namorado também não teria ido para a cama sozinho na visita ao bairro alto.

Rapidamente nos metemos na cama, e não houve nada mais. Eu quando estou bêbado, não ganho tesão. Ficaria para amanha.

Mas o balanço é muito bom.

Ambos adoramos! Temos e vamos ter que repetir!

R.

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