O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
O que me dizes?
Por: Ray, em 05.07.10 às 17:13link do post | adicionar aos favoritos

5 de Julho de 2010

 

Este calor insuportável não me faz sentir ainda pior.

Não tenho conseguido tirar o H. da minha cabeça.... que estará fazendo, que pensará, como estará.....

Conforme  o tempo passa, vai ficando cada vez mais claro o que não ter o H. na minha vida significa. Basicamente não tenho nada.

Lá no bar andam a pressionar-me para finalmente marcar as férias... não sei o que fazer. Sem o H. que faço? Nada..... Vou ter férias e ficar enfiado neste quarto sem sequer ter maneira de ir uns dias à praia. Talvez vá as piscinas, mas sem companhia??!!

Sinto-me só. Estou só. E sem ninguém para poder desabafar!

As babes lá no bar perguntam e perguntam que tenho... que estou estranho, triste, sem vida nem animo. E a verdade é essa. Não sou o homem que era. Falta-me a alegria e o alento que só uma pessoa me trazia e agora levou com ele.

Ontem à noite passou esta música que deixo no final do post. Quase me desmanchei a chorar.....

Total eclipse from the heart.

 

".. once upon a time i was falling im love,now i'm just falling apart!
Nothing i can do, a total eclipse from the heart!"

 

R.

 


O que me dizes?
Por: Ray, em 15.06.09 às 19:59link do post | adicionar aos favoritos

15 De Junho de 2009

 

Andei ausente e sem nada escrever durante bastante tempo. Mas por bons motivos. Primeiro o meu aniversário, depois a preparação para uma feira na qual o bar esteve e por fim, e a melhor de todas as razões o meu nino esteve de férias aqui junto a mim!

O meu aniversário já passou. Mais um ano... ando a ficar velho. O meu nino encheu-me de prendas. Um perfume óptimo, e umas t-shirts LINDAS!!! Deve ter gasto uma fortuna, aquele borreguito! Mas adorei. Na noite antes do meu aniversário fui trabalhar. E por acaso apareceram lá um grupo do qual gosto bastante. Uma antiga colega de trabalho e mais alguns amigos dela que entretanto são clientes frequentes do bar. E não sei bem como, lembraram-se que fazia anos, e sem eu perceber à meia-noite levantaram-se e começaram a cantar-me os parabéns e traziam bolo com velas e tudo. Fiquei emocionado. É mesmo daquelas coisas que não estava mesmo nada a ver acontecer.

Pouco dias depois do meu aniversário o meu nino entrou de férias.

Infelizmente não pode tirar férias desta vez. Nem mesmo folgas tive. A custa da feira e das celebrações dos feriados da semana passada não houve maneira de tirar dias.

Mas não foi por esse motivo que não tentei tudo por tudo para não frustrar as férias do meu amor. Ainda que todas as noites fosse trabalhar e ele sempre vinha comigo e estava lá ao meu lado, durante o dia deu para fazer algumas coisas.

As celebrações do 10 de Junho foram muito expressivas aqui na cidade. De facto foram como nunca haviam sido celebradas.

Militares e policias por todo o lado. Num dos jardins da cidade os militares montaram uma enorme exposição a qual eu e o H. fomos amiúde. Não só pela exposição em si, na qual estavam coisas e equipamentos que nunca havia visto ao vivo, mas especialmente pelos militares. Cada homem....cada corpo.... loucura!

E ainda por cima um grupo deles fez do bar quartel-general da bebedeira nocturna durante a sua estadia na cidade. Todas as noites a mesma loucura. E havia um deles que embora desse uma de macho, fartou-se de olhar para mim e para o H. lá no bar.

Dormir, também dormimos muito. Conseguimos ir à praia algumas vezes. Mas só de uma delas é que apanhamos bom tempo. De todas as outras, se tivéssemos levado um cobertor acho que o teríamos usado.

Descobrimos entretanto que nas dunas entre o Baleal e Peniche também se faz nudismo e que é uma zona de engate gay. Fomos lá 2 vezes, mas sinceramente não se viu nada de jeito. Talvez a conta do frio que estava.... mas ainda lá temos que ir mais algumas vezes para tirar isso a limpo.

Foi semana e meia de namoro contínuo. E muitas coisas pequenas, outras maiores se passaram. Não vou dize-las todas. Mas aprendi e o nosso amor cresceu e ficou mais forte.

AMO-TE H.! OBRIGADO POR TUDO!

R.

 


O que me dizes?
Por: Ray, em 15.04.09 às 20:33link do post | adicionar aos favoritos

      9 de Abril de 2009

 

      Os dias quando estou com o meu nino pareçe que passam mais depressa, que o dia tem menos horas.

      Os dois dias passados nem dei pelo fim deles. Certo que todos eles dormimos até bem tarde. As noites do bar tem tido muito movimento, mas com a companhia do meu nino lá até parece que o tempo voa.

      Na segunda-feira tinhamos falado em irmos ainda esta semana ao Campera, mas como andamos a preguiçar estes dias, só hoje, no último dia juntos é que realmente lá fomos.

      Acordamos cedo, e para pequeno almoço fizemos panquecas. Descobrimos no Jumbo um preparado ao qual só é necessário acrescentar leite. Fiz uma calda de morangos frescos para acompanhar e estavam mesmo muito boas. Eu pelo menos gostei. Depois do banho a dois, rápidamente estavamos no café e enfiamo-nos no carro com direcção ao Carregado.

      Como sempre nas nossas idas pela A1 tivemos que parar na area de serviço de Aveiras. Apenas pelo gozo de ver quem por ali anda no engate. Acabamos por não ver ninguem, mas acho engraçado. O meu nino está sempre a dizer que não gosta, mas até é ele o primeiro a correr para lá, e no final de mijar-mos e de estarmos prontos para ir embora, se algum gajo bom entra no wc, ele tem que lá voltar só para ver.

      No Campera acabei por não comprar nada. Ando mesmo a precisar de comprar calças de ganga, mas ainda não foi desta. As que gostava eram demasiadamente caras para o meu orçamento, as mais baratas não tinham ponta por onde pegar. Enfim.... o custume. O H. é que não tem problemas desses. Acabou por comprar roupa.

      A caminho de casa, ainda tivemos que parar na area de serviço novamente, e novamente não se viu nada de nada.

      Depois do jantar, cada qual foi para o seu lado. O meu nino tinha que ir para casa, tratar do gado (é assim que chamo ás suas cadelas) porque os pais não iam lá estar e eu fui para o bar.

      Foram uns dias absolutamente fantásticos. Acho que pelo que já vivemos e pelo tempo que já passamos juntos, dá para ver que podemos viver juntos. Somos feitos um para o outro.

      R.

 

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Por: Ray, em 13.04.09 às 20:17link do post | adicionar aos favoritos

      6 de Abril de 2009

 

      O meu irmão conseguiu uma entrevista de trabalho, mas a sede da empresa é em Setubal. Por estar sem carro pediu ao H. que fosse com ele lá e como eu conheço razoavelmente bem aquelas bandas acabei por ir também. E ainda bem que fui, senão a esta hora ainda por lá estavam a procura da dita empresa.

      Enquanto o meu irmão estava na entrevista eu e o meu nino tentavamos nos entreter. Mas não havia muito para ver ali. Como era na zona industrial de Setúbal a única coisa em que podiamos entrar e passar algum tempo era mesmo uma florista. Seca!!

     De repente e enquanto estavamos na estufa deu-me uma dor de barriga daquelas! Acho que fiquei de todas as cores. Não sei se foi do Macds que comemos à pressa, se foi do café que tinha acabado de beber num café de beira de estrada, mas estava mesmo com a tripa a rebentar. Enquanto via se encontrava um wc, a vontade passou. Ainda bem, porque não encontrei sítio para usar. Rumamos a pé de novo para perto do carro.

      Logo que chegamos ao carro, a vontade voltou. Mas desta vez ainda maior que antes. Estava a ver ia borrando as calças! Sem mais sítio para ir, foi mesmo ali. Aprorveitei um lote ainda em fase de aterro, e foi mesmo ali, atrás de um muro. Se tivesse baixado as calças um minuto depois teria sido tarde demais. Há muito tempo que não aliviava a tripa na natureza. O meu nino só se ria. E ainda tirou fotografias!

      Depois da entrevista e já a caminho de casa ainda paramos para dar uma voltinha no Forum Monijo.

      Chegamos e pouco tempo depois já tinhamos jantado e estava de novo no bar.

      Antes de adormecer-mos e já na cama com a luz apagada, o meu nino sem querer deu-me um valente linguado na narina. E ainda demorou uns segundos até ele perceber o que estava a fazer. Foi um fartote de riso.

      R.

 

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O que me dizes?
Por: Ray, em 13.04.09 às 20:15link do post | adicionar aos favoritos

       5 de Abril de 2009

 

      Com a longa noite de ontem, hoje ficamos em casa o máximo de tempo possivel.

Dormimos até tarde, levantamo-nos apenas para ir ao café e ficamos na ronha na

cama. Sabe tão bem fazer isto, simplesmente estar com o meu nino sem preocupações.

      Como queriamos estar o máximo de tempo na camita, em vez de sairmos para jantar por aí, mandamos vir telepizza. Enquanto esperavamos que chegassem entregamos-nos aos beijos e carinhos, e rápidamente estavamos os dois de pau teso. Nem demos pelo tempo passar e derrepente a campainha da porta toca. Dei um salto e só tive tempo de procurar uns boxers e novamente a campainha tocou.

      Abri a porta com o pau meio teso dentro dos boxers que quase nada conseguiam disfarçar. E por mais que tentasse me esconder atrás da porta, o gajo que entrega as pizzas percebeu bem o estado do meu zézinho. Mas confesso que eu nem estava envergonhado. O gajo evitava olhar para mim. Ou olhava para o chão, ou para o tecto, mas para mim nunca. Coitado. Acho que ficou mesmo embarassado.

      Comemos as pizzas a falar nisso e a rirmo-nos!

      Chegou a hora do trabalho e depois de um banho rápido lá fomos os dois. É engraçado ir para o bar com o meu nino. Amo-o muito e adoro estar com ele em todas as situações. Como estamos em periodo de férias escolares o bar tem andando com um movimento muito bom e como tal não tinha muito tempo para passar como o meu nino. Mas como estavam lá as babes, ele mantinha-se entretido, ora a conversar, ora a jogar uno.

      Já na cama acabamos o que tinhamos começado antes de sermos interrompidos pelo homem das pizzas.

      Foi um bom domingo.

      R.

 

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O que me dizes?
Por: Ray, em 13.04.09 às 20:14link do post | adicionar aos favoritos

      4 de Abril de 2009

 

      O meu nino começou as férias ontem e veio ter comigo hoje.

      Como estava a trabalhar veio directo para o bar. Foi engraçado. Logo que ele chegou, as babes também chegaram e meteram-se logo a jogar uno. E eu a trabalhar que nem um mouro e cheio de inveja de não estar também a jogar. Mas a vida é assim. Pelo menos podia ir olhando para ele. E com aqueles olhares de complice partilhavamos sentimentos e pensamentos sem nunca dizer uma palavra.

      Até mesmo quando eu ou ele queriamos que o outro apreciá-se uns gajos que estavam lá no bar, através do olhar conseguiamos comunicar isso. Foi engraçado.

      Depois do bar fechar, e como já há um tempo que as babes falavam nisso, decimos ir a uma discoteca numa cidade aqui perto. Fomos até à HORTA DA FONTE. E acabei por não me divertir muito.

      Quando lá chegamos aquilo estava mesmo cheio. Para mim até demais. Não gosto muito de apertos. Mas enfim, como o meu nino e as miudas estavam a gostar, também não ia estragar o ambiente.

      Depois de dar uma volta completa ao espaço, lá encontramos um sítio com algum espaço para estarmos. Não aguentei ali muito tempo, a música não me dizia nada, e fui para a pista de house, é mais a minha onda. Eles seguiram-me. Mas como a música começou a ficar muito pesada para eles, lá dei a mão a torcer e fui com eles para a pista de música mais comercial. Assim que passamos a porta, o meu nino perdeu a vergonha e começou logo a dançar. Acho que nunca o tinha visto dançar tanto.

      Como não estava virado para as danças ia vendo o que por ali andava. Alem da geração “cogumelos com açucar” havia lá cada gajo podre de bom.... deu bem para lavar as vistas.

      O serviço de bar na discoteca é que deixa muito a desejar. Mesmo muito mau!

      As gajas que estão a trás do balcão estão mais interessadas em dançar e mostrar as mamas que própriamente em servir bebidas. Valeu-me um dos barman que de facto sabia estar num balcão. Mas quando fui pagar é que me apercebi que o tal gajo numa das vezes que lhe pedi uma imperia registou no cartão uma gim. Passei-me mesmo.

      Como o cansanço apertava viemos para casa. Antes ainda fomos buscar umas bifanas para compor o estomago.

      Antes de adormeçer eu e o meu nino ainda tirámos o leite um ao outro.

      R.

 

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Por: Ray, em 11.09.08 às 14:45link do post | adicionar aos favoritos
31 de Agosto de 2008 Acabou das melhores semanas da minha vida. Nunca antes havia feito férias com alguem que amo tanto. É certo que para isso estive que engolir algum do orgulho que tenho. Diverti-me muito, e fiz coisas nunca pensara fazer. Amo-o o H. muito, e não há ninguem que queira mais para companheiro da vida que o meu menino! O cunete! Entendemo-nos as mil maravilhas. Mesmo bem. E esta semana descobir algo que faz o meu nino delirar. Estar junto a ele, uma semana inteirinha, sem nos afastar-mos um minuto, fazendo tudo em conjunto, descobrimo-nos um ao outro. É Bom! Consigo-me imaginar a viver com ele o resto da minha vida. R.
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Por: Ray, em 03.09.08 às 17:05link do post | adicionar aos favoritos

30 de Agosto de 2008

 

Acordamos a menos de uma hora de fazer o check out. Levantei-me e tomei banho rápido e depois foi a vez do meu nino se arrastar até ao duche.

Entrentanto fumei um cigarro, preparei as nossas roupas, fiz as malas e sequei-me, e o o H. no banho. Estive que lá ir acorda-lo. Demorou tanto que pareçeu-me que voltou a adormeçer em pé.

Faltavam 2 minutos para o meio-dia quando entregamos a chave e saimos para o comer algo.

Decidimos ir dar uma volta ao forum coimbra, e acabamos por comer por lá, num restaurante japonês que lá há.

Depois da romaria habitual à Quebramar, onde fomos atendidos por um gajo podre de bom, e onde o H. acabou por comprar uma camisa linda, decidimos rumar para sul.

Fomos dar uma volta à Nazaré, desta vez viajamos pelo caminho mais perto.

Ao chegar lembramo-nos de ir conheçer a praia do norte, que também é referencia gay. Mas que desilusão. Ainda passeamos um pouco nas dunas, e estavam lá gajos. Mas era só velhos. Mesmo só velhos. Voltamos para trás e fomos para a praia da Nazaré.

Mas ao sábado aquela praia é para esquecer. Gente de férias, excurções, e bimbalhada por todo o lado. Lanchamos e bazamos.

Ainda fomos ver como estava o ambiente na praia do salgado, mas como já era tarde não se via ninguem e rápidamente viemos para casa.

Fizemos o jantar, tomamos banho e fomos para o café.

Entretanto o H. tinha falado em irmos ao bar gay que abriu numa aldeia aqui perto.

Como não tinhamos mesmo mais sitío para ir, decidimos ir. Se não agradasse vinhamos embora.

Logo que chegamos e ainda não tinhamos saido do carro, já o H. tinha sido identificado. O gajo que estava à porta, que é o barman lá, já curtiu com o H.

Entramos e procuramos um sitio discreto para nos sentar. O espaço ainda é grande, mas teve muito vazio. Na altura em que mais gajos lá estiveram não ultrupassaram as 20. O show de travesttismo não foi nada de espeçial, mas sempre entreteu.

Infelizmente, sofremos o sindrome de “carne fresca num bar gay”. Pareceu-me que todos os outros gajos se conheciam, e como não sabiam que nós eramos, não paravam de olhar. Em especial para o H.

O bar se tivesse mais composto até seria agradavel. Não tem nada de especial de decoração, a musica também não é nada de especial. So reconheci um gajo lá. Não sei de onde vieram os outros.

A parte mais cómica da noite foi mesmo quando entrou um casal gay no bar, e só no final de se sentarem e pedirem as bebidas é que perceberam onde estavam. A gaja só se ria, agora o gajo via-se mesmo que estava nervoso e que não estava a gostar mesmo nada.

Acabou o show e basamos. Viemos para casa, porque tinha um cunete especial para fazer ao meu nino.

R.

 

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O que me dizes?
Por: Ray, em 03.09.08 às 17:04link do post | adicionar aos favoritos

29 de Agosto de 2008

 

Cada vez sabe melhor acordar ao lado do meu nino. Acordar, olhar para o lado e vê-lo logo ali. Só esticar a mão e poder-lhe logo dar-lhe miminhos. Quero este amor para sempre.

No final da rotina matinal, preparar-mos as coisas para seguir para Coimbra, saimos tomamos o pequeno almoço e fomos para a praia para aproveitar o dia.

Quando chegamos, o tempo não estava muito católico. Meio encoberto e um ventinho a dar para o frio. Mas mesmo assim fizemos aquele caminho todo até a duna onde custumamos ficar. Nada de jeito à vista, e ficamos em paz uns bons 40 minutos, até que o gajo que da última vez que lá estivemos assediou o meu H. nos viu e resolveu vir meter conversa comnosco. Não queria acreditar.

O gajo é de tal maneira seca que 5 minutos depois de ele ter chegado, me levantei e fui para alguns metros dalí. O pior é que o H. ficou a dar-lhe conversa, e o gajo não havia maneira de basar. Ali ficou ao lado das nossas toalhas, sentado nu na areia a falar, mesmo quando já há muito não lhe ligavamos nenhuma.

Felizmente começou a ficar frio e depois de olhar-mos um para o outro lhe dissemos que íamos embora. A resposta dele foi : ”não querem brincar um pouco antes?” mesmo quando lhe dissemos que não, ele insiste a dizer que podia nos fazer uma mamada rápida. Agarramos as coisas e basamos o mais rapidamente possível.

Quando saimos do campo de visão dele, abancamos de novo, mas estava mesmo frio, e depois de ver o maior par de colhões que haviamos visto, num velho que passou à nossa frente, viemos embora para o carro, e fizemo-nos ao caminho para Coimbra.

A viagem não foi a melhor. O H. enganou-se numa saida da A8 e tivemo que dar uma volta enorme, nem sei bem por onde, sei que as páginas tantas estavamos na A14 a 16 km a norte da saida da A1 de Coimbra. Ainda por cima andava a acelerar feito tolo só para me picar. Não gostei nada.

Ainda por cima, desde que passamos a area de serviço da Nazaré na A8 não encontramos mais nenhuma na centena de km que fizemos em 3 auto-estradas diferentes e estava a rasquinha para mijar.

Logo que estacionámos foi a correr para o w.c. Logo depois tiramos as malas do carro, e decidimos ficar no Ibis. Check-in, banho rápido e fomos jantar.

Eramos suposto jantar com o B. o ex do meu nino, mas por questões profissionais ele não pode vir, combinou encontrar-se comnosco logo após a janta.

Fomos a um restaurante nas docas, num restaurante que parecia ter muito bom aspecto, e com uma vista incrível do rio Guadiana. Quando entramos vimos o chefe de sala. Era um PÃO daqueles! Estava lá tudo para termos um jantar optimo e romantico. Mas na verdade foi o pior destas férias. Não gostei mesmo nada. Nem da comida, nem do serviço, nem a sobremesa escapou. Tudo muito mau! Valeu apenas estar com o meu nino.

Acabou o jantar, e o B. ainda não havia chegado, e resolvemos ir dar uma volta e passar na ponte pedonal que está mesmo ali ao lado. Tem uma vista linda, e quando chegamos a meio, vimos que havia uma peça de teatro a decorrer e que não podiamos passar. Fiquei para lá de fodido, e descarreguei em cima da gaja que se havia levantado para nos dar o programa. Mas sinceramente é uma estupidez. Podiam pelo menos terem colocado um aviso no inicio da ponte a dizer que não se podia passar.

O meu nino ainda me tentou acalmar, mas a frustração do gordo na praia, do caminho mais longo do que deviam, ter andado a velocidades que não gosto, e da merda do jantar, estava a ferver por dentro e só me apetecia ir para o hotel.

Entretanto o H. viu à distancia o B. e fomos ao seu encontro.

Após os comprimentos da praxe, lá decidimos ir a pé visitar alguns bares.

Confenso que só me começei a divertir no final da segunda imperial, no segundo bar que visitamos. Não me lembro do nome, sei que fica perto da praça da republica e a entrada é a mesma de uma tabacaria. O bar é num primeiro andar, e até tá giro. Era um apartamento de habitação, que adaptaram a bar.

Ficamos lá um bom bocado à conversa. Alguns gajos giros, alguns gays, mas já era altura de mudar de ares. Ainda passamos por mais um bar, antes de acabar a noite num bar das docas, onde havia musica latina ao vivo. Segundo o B. os bares mais giros e estavam fechados para férias, então tivemos que nos contentar com o que havia.

Ainda me diverti bastante, ora a cantar, ora a ver o pessoal a tentar dançar salsa e cumbia. Havia lá um gajo mesmo ao nosso lado que era uma comedia. Nunca tinha visto alguem tão desengoçado e sem noção alguma de ritmo a tentar dançar.

Altura das despedidas, e hotel.

Acabei a noite a fazer mais um belo cunete ao meu nino até o fazer vir.

Estou a ver que cada vez mais gosta disso.

R.

 

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O que me dizes?
Por: Ray, em 02.09.08 às 16:25link do post | adicionar aos favoritos

25 de Agosto de 2008

 

Hoje tivemos na praia.

Saimos de casa por volta do meio-dia e depois de tomar o pequeno-almoço rumamos para a praia do Salgado.

Estava mesmo como eu gosto. Calor, e gajos para apreciar-mos. Poucos velhos e bastantes gajos bons. E da mesma forma que nós olhavamos, também eramos olhados. E bem!

A meio da tarde um gajo mesmo muito giro, deitou-se a poucos metros à nossa frente. E sempre que o H. ou nós os dois íamos à água, e tinhamos que passar mesmo ao seu lado, fartava-se de olhar, e metia-se de maneira a que lhe vissemos ora o rabo (que parecia delicioso) ora a pila (grande e com uns bons tomates). Mesmo quando estavamos deitados na toalha a torrar, e viramos a cara para ele, ele estava a olhar para ele.

O H. e eu ainda fomos algumas vezes ás dunas, ver se ele também se levantava e vinha, para apreciar de mais perto, mas isso nunca aconteçeu. Sempre que chegavamos as dunas, ou não havia ninguem ou então era os velhos que vinham atrás.

No final de ler a Maxmen por duas vezes, e de ter imaginado mil aventuras para os gajos que iam para as dunas, fazer novelas entre os possiveis engates que se poderiam estar a passar por de trás dos arbustos, chegou a hora de virmos para casa.

Decidimos tomar o carreiro por detrás das dunas e entre os arbustos para voltarmos para o carro. Quando chegamos ao topo da duna, vimos que o tal gajo jeitoso estava também já a caminho para tomar o mesmo carreiro que nós. Começamos a andar mais devagar para ele ficar a nossa frente e podermos continuar a apreciar.

O gajo, percebeu o que estavamos a fazer, e sempre que podia ia olhando para  trás, e sorria.... e nós faziamos o mesmo. Realmente o gajo era muito giro e tesudo.

A determinada altura, depois de passar um arbusto maior ficou fora da nossa vista, e assim que passamos esse mesmo arbusto estava o gajo enconstado a fingir que mijava e a olhar para nós. Continuamos a andar e logo que passamos o próximo arbusto, eu fiz o mesmo. Parei, puxei a pila para fora e pus-me de modo a que ele quando desse a volta ao arbusto a consegui-se ver. E foi mesmo isso que aconteceu. Olhou mesmo muito, mas sem nunca parar. Ele passou e nós seguimos logo atrás. Há muito tempo que não entrava neste jogo de flirt. Até achei graça, em especial por estar a faze-lo com o meu amor.

Mas o caminho estava a acabar, o carreiro pelo meio das dunas chegava ao fim, acabando na parte hetro da praia, e pensei que o jogo havia acabado. Mas enganei-me. Assim que saiu do carreiro e em vez de continuar pelo areal o gajo subiu para uns canaviais que acompanham a praia. Eu e o H. olhamos um para o outro e decidimos ir ver onde aquilo ía parar. O gajo olhava cada vez mais para trás, e passado alguns minutos de caminho desapareceu por detrás de um grande arbusto que ali há.

Ficamos, eu e o meu nino, a olhar um para o outro. Não haviamos entender se ele foi para ali para ficar a nossa espera, ou se o caminho continuava por ali. Decidimos rapidamente segui-lo e logo se veria o que acontecia. Assim que rodeamos o arbusto o gajo estava lá parado e ficou a olhar para nós tambem parados ali sem saber muito bem o que fazer. Reparei que ele já estava teso. Via-se bem o pau duro dentro dos calções.  E já que ali estavamos, resolvi avançar e começar a mexer no pau do meu menino por cima do calçóes, e o gajo também começou a mexer-se por cima dos calções. Estiquei a minha mão e comecei também a mexer-lhe no pau. Estava bem duro e era grande.

Passado um pouco, já os calções estavam descidos e as mãos exploravam os paus uns dos outros. O gajo era mesmo muito bem feito e bem abonado. Tinha um rabinho bem feito e macio. Eu estava um pouco nervoso e olhava para o H. que também notei que estava. Acariciamo-nos, mamamos e beijamo-nos.

Acabamos a bater uma punheta cada um a sua, e basamos logo dali, porque entretanto um gajo topou-nos a ir para lá e meteu-se a espreitar.

Fomos para o carro e ainda fomos lanchar à Nazaré.

Pelo caminho fomos falando do que tinha acontecido. Embora nada tivesse sido planeado ou conversado antes de ancontecer, ambos gostamos. Foi bom. Mesmo muito bom. O gajo era giro, discreto e a curte correu bem.

Mal sabiamos nós quando saimos de casa que tal coisa ía acontecer.

Foi uma situação nova para nós. Algo mais que partilhamos os dois. Sem consequencias. Aconteceu e pronto. Tavamos juntos e não nos enganámos.

Chegamos a casa e ainda os despejámos mais uma vez antes de ir ao banho juntos e fazer-mos o jantar.

Foi um bom primeiro dia de férias.

R.

 

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