O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
O que me dizes?
Por: Ray, em 25.02.09 às 17:48link do post | adicionar aos favoritos

24 de Fevereiro de 2009

 

Acabou um dos melhores carnavais de que me lembro ter. Tudo por causa do meu nino!

No sábado para não variar começamos a noite chateados um com o outro. Tudo porque ele não consegue entender que a unica razão pela qual digo que não vale a pena vir cá ao sábado é apenas para poupar dinheiro. Depois de fazer uma valente birra, e de me fazer passar e engolir em seco para não lhe responder á letra nas sms, lá passou o desentendimento e  acabou por vir cá ter ao bar.

Como foi uma noite mesmo muito movimentada, não deu para lhe prestar muita atenção. Mas já o tinha avisado que isso ia acontecer! Enquanto eu estava a bulir que nem um mouro, ele estava a divertir-se com as babes no bar. A jogar uno! Pelo que sei divertiu-se, e sempre o vi, e trocavamos ums sorrisos e olhares que só para nós fazem sentido! Como era noite de carnaval e como disse antes fui mascarado. Aqui fica a foto.

 

 

Quando finalmente o bar começou a esvaziar e enquanto fazia as limpezas o mais depressa possivel, ele teve que sair. Já estava a ficar tarde para ele. Depois de tudo limpinho foi a minha vez de jogar uno e comer uma bela bifana. Ritual que se repete quase todos so sábados!

Durante o dia de domingo mal trocamos sms. Ele esteve mesmo ocupado. A esplanada apertou com ele. Já no final da tarde durante um telefonema desafiei-o para vir ter comigo hoje. Como não ia trabalhar na segunda-feira e os putos não estava cá em casa ele até podia dormir cá. E não é que ele aceitou. Fiquei mesmo muito feliz!

Fui para o bar com um sorriso nos lábios. Perto das 23h lá entrou o meu nino. Como sabia que ia-mos dormir juntinhos, acho que a noite passou num instante. Como até nem houve muito movimento deu para me sentar perto do H. e das babes a conversar e a jogar uno. Gostei mesmo.

Depois do bar fechar, fizemos umas tostas para nós e agarramo-nos a mais uns jogos de uno....e casinha comnosco!

Rápidamente nos enfiamos na cama, sabe tão bem. Deitadinho na cama que havia feito de lavado umas horas antes, junto do homem que tanto amo!

Sem grande esforço os nossos corpos se enrolaram, e algum tempo depois aquele cheiro caracteristico do instante em que dois corpos se entregam em paixão invandiu a nossa cama!

Adormecemos.

Acordar com o H. é delicioso! Abrir os olhos e ele estar ali! Amo-o!

Depois de nos despachar-mos sempre juntinhos (mesmo no banho), fomos almoçar. Decidimos exprimentar o novo restaurante italiano que abriu aqui na cidade. E ainda bem que lá fomos. A comida esta optima. E o empregado era mesmo um pão!

Depois do almoço fomos dar uma volta á pé pela cidade. Adoro passear com o meu nino. Tomar café numa esplanada, e ver montras acabamos por encontrar o meu mano e cunhada, e metemo-nos á conversa um pouco.

Tive que voltar para casa. Para passar a fantasia para esta noite a ferro.

 

 

Queria mesmo muito que o meu nino também se mascarasse, e até as S. e o resto da malta lá do bar também insistiam, mas ele não foi em modas! Depois do jantar foi logo para casa. Além de estar cansado começou a doer-lhe a cabeça. Mas mesmo sem podermos estar juntos uma mais noite, este foi mesmo um dos melhores carnavais que já tive!

Não pelas mascáras, não pela festa, apenas porque o passei com o meu nino!

R.

 

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Por: Ray, em 05.01.09 às 04:38link do post | adicionar aos favoritos

1 de Janeiro de 2009

 

É sempre tão bom acordar juntinho ao meu homem.

Embora o acordar foi bastante ressacado, já passava das 14 quando nos levantamos, tomamos banho juntinhos e fomos para o café. Estavamos mesmo a precisar da cafeína.

Como havia sobrado muita, muita, muita comida ontem, fomos convidados a voltar, no final da tarde para ajudar a comer tudo aquilo.

Tomamos café e seguimos para casa da festa.

Quando chegamos ainda não havia lá ninguem. Fomos à procura de um café para reforçar a dose bebida antes.

Quando voltamos, elas tinham acabado de chegar. Estacionamos e fomos para a segunda parte da engorda.

Passado uns minutos já lá estava o grupo todo de novo. Começamos a enfardar e a jogar Uno.

Tivemos que explicar as regras ao H. e a outro casal que também não sabia, mas posto isto, divertimo-nos á brava.

Foi bom ver o meu homem muito mais à vontade, e a divertir-se com os meus amigos.

Jogamos, comemos e bebemos (muita cola) durante horas, até que foi altura de vir para casa de novo. Ainda fomos ao bar beber um descafeinado ao baar e caminha com os nossos corpinhos.

Ficamos a conversar, jogar travian e a ver tv um bom bocado, até que deu a fome ao meu nino. Levantamo-nos e fomos para a cozinha fazer ovos mechidos com salsichas. Já passava das 3 da manha quando nos sentamos na cama a comer. Acho que foi a primeira vez que fiz isso.

Acabamos por adormecer. Não fizemos amor. Por varias vezes o H. evitou os meus avanços. Deve ser do cansaço. Mas estranhei.

R.

 

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Por: Ray, em 05.01.09 às 03:54link do post | adicionar aos favoritos

1 de Janeiro de 2009

 

Ano novo.

Altura para contar como foi a passagem de ano.

Eu e o meu nino tivemos juntos, numa festa que nunca pensei acontecer.

A S. e as amigos do bar, como já o fizeram o ano passado, organizaram a passagem na casa de uma delas, e toda a semana andaram-me a perguntar se já tinha planos, e se não queria me juntar a eles, que poderia levar quem eu quizesse.

Como quem eu gostava de levar era o meu H. fui sempre dizendo que logo veria.

Lá falei com o meu nino, e como não tinhamos mais planos, decidimos ir. Mas ainda tinha que arranjar uma desculpa para aparecer lá em casa com um amigo.

Nenhum deles sabe que sou gay, e todos sabem que tenho alguem especial na minha vida, mas pensam que é uma menina.

Inventei então uma mentira. Que a tia da minha “nina” tinha falecido e que fiquei sem planos, e que o meu amigo H. também não tinha sitio para ir, claro que aceitaram, eles já conhecem o H. de algumas vezes que ele foi lá ao bar, e porque todos jogamos travian na mesma aliança.

Antes de irmos lá para o apartamento, logo que o meu nino chegou, fomos tomar café com o meu mano e cunhada. Ainda tivemos um bom bocado à conversa, até que tivemos que sair para ir comprar champanhe para não aparecer-mos de mãos a abanar. Como o mano também precisava de ir ás compras fomos os 4 para o modelo.

Quando chegamos ao estacionamento perto da casa do mano para os deixar, alguem se lembrou de ir beber mais umas minis. Tentei dizer que não, fiz sinal ao meu nino e disse-lhe que ainda tinha que ir ao shopping e só faltava 15m para fechar, mas ele não me ligou. Saimos todos do carro. Eles foram beber, e eu não.

Há anos que tenho a tradição de comprar hoje os boxers para usar nesta noite. Ou azuis ou vermelhos e dourados, sempre minutos antes da loja fechar. É uma daquelas coisas que gosto de fazer. Pode ser uma suprestição estúpida, mas é minha!

Este ano foi vencida por uma nini. O meu nino não foi comigo. Fiquei mesmo muito triste. Ele preferiu ir beber do que me fazer esta vontade.

Entramos no carro, comigo triste, fomos até casa para eu poder então vestir uns outros boxers azuis, demos um beijo e fomos para casa da S.

Fomos os primeiros a chegar. So estava a dona da casa e a irmã.

Metemos logo as mãos ao serviço. Eu na cozinha, e o meu nino a acender a lareira e a começar a assar os chouriços, farinheiras e tudo o mais.

Conforme o resto da malta foi chegando, fui apresentando o H. e além do nome proprio dizia também os nicks do travian, tinha a sua piada. No total eramos 9.

Enquanto acabavamos os petiscos ia-mos conversando e bebendo umas minis, e via o meu nino a conversar também e a divertir-se. Pelo menos parecia-me.

Lá nos sentamos à mesa. E começamos a enfardar. Salgados, queijos, enchidos, e muito marisco.

Conversa, piadas, alcool e muita comida. A esta altura já os pcs debitavam aquelas canções que gostamos e sabemos de cor!

Tao depressa estavamos de volta do camarão, como cantavamos em coro as canções do Paião e das Doce.

Como eramos todos amigos, com muitos gostos em comuns, a animação é garantida. Em especial eu e 3 delas somos loucos por musica portuguesa dos anos 80. sabemos uma quantidade infidavel delas de cor, e da mesma maneira que fizemos o ano passado, tivemos que passar em revista o maximo possivel, a cantar bem alto, algumas delas até coreografia já temos. A esta altura da noite o meu nino já estava com um bom andamento nas minis. Sinceramente não sabia se estava a divertir.

Foi sempre a abrir até perto da meia-noite. Só tivemos tempo para ir buscar o espumante, as colheres de pau para fazer barulho, e ir-mos para a varanda.

As rolhas saltaram, as passas foram comidas, e os beijos e abraços dados. Fiquei com uma vontade enorme de poder dar um grande beijo ao meu nino, mas ali não podia.

Passado as badaladas, e muito, muito champanhe, a S. o J. e o S. tiveram que sair para ir para ir abrir o bar. Nós ainda ficamos mais um pouco.

Ainda emburcamos mais umas garrafas de bolhinhas a ver os genéricos de desenhos animados (e a canta-los claro) da nossa infancia.

Chegou então a altura de sair-mos todos. Foi aí que me apercebi que o H. estava já bem bebido, e ainda tinha que conduzir.

Com a unica que não bebeu no carro a nossa frente, lá fomos devagar e por estradas onde provavelmente não apanhariamos policia. Felizmente chegamos a casa, deixamos o carro e fomos no carro dela até ao bar.

Quando lá chegamos estava cheio. Já lá estava o mano e cunhada também.

Mais umas quantas garrafas de champanhe, imperiais e shots. O H. teve que se sentar e mais nada bebeu toda a noite.

Por volta das 4 e pouco alguem se lembrou de irmos para a disco cá da cidade. Não me estava nada a apetecer, mas como o H. queria, la fui também. Foi engraçado ver o meu nino a dancar.

Saimos de lá já passava das 6, e viemos directos para casa. Quando voltei do wc já o H. dormia. Entrei na cama, e adormeci também abraçadinho a ele.

A nossa primeira passagem de ano juntos.

R.

 

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Por: Ray, em 30.12.08 às 18:42link do post | adicionar aos favoritos

 

 

Para os leitores e visitantes do meu blog, aqui fica o meu voto de Boas festas.

 

Fiquem felizes.

  

R.

 

 

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Por: Ray, em 07.11.08 às 17:09link do post | adicionar aos favoritos

4 de Novembro de 2008

 

Ontem pensei que a noite no bar iria ser calma. Já passava da meia noite e clientes nada. De repente entram meia duzia de gajos, e perguntaram-me de podiam juntar umas mesas que vinha a caminho um grupo grande. Levantei-me e liguei logo para a S. que por estar meia adoentada não tinha vindo trabalhar, mas disse-me que se chegasse muita gente para eu lhe ligar, e assim fiz.

Passado uns minutos, começaram a entrar. Era uma das tunas aqui da cidade.

Sentaram-se e pediram. Nada de especial. Vi então que era uma reunião de boas vindas aos novos membros da tuna. Mas sinceramente parecia mais um comicio politico. Pela contidade de promeças, mentiras e baboseiras que ouvi.

Depois de muito falarem, e pouco consumirem, sacaram das guitarras, cavaquinhos e afins e começaram a dar uns acordes. Pensei que ia ter uma noite bem animada. Não podia estar mais enganado. Não cantam nada de jeito.

Desafinados, mesmo muito. Até aquele grupo de estudantes ser uma tuna, há muito trabalho pela frente. É que não sabem mesmo cantar nada, de nada!

Confesso que já não tenho muita paciencia para ouvir tunas, mas como estava no bar, até pensei que poderia ser giro. Mas não foi. Ainda me doem os ouvidos.

R.

 

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Por: Ray, em 31.10.08 às 16:46link do post | adicionar aos favoritos

     31 de Outubro de 2008

 

     A abobora deste ano.... não ficou muito bem... mas ainda assim gosto!

 

     R.

 

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O que me dizes?
Por: Ray, em 28.09.07 às 16:33link do post | adicionar aos favoritos

26 De Setembro de 2007

 

Ontem foi o aniversário do bar.

Apanhei uma tosga daquelas! Felizmente hoje nem tou de ressaca, claro que ir ao gregório pouco antes das 5 da manha ajudou!

Mas foi uma grande festa. Diverti-me imenso, também não fui lá para outra coisa. Embora tivesse de folga, assim que lá me apanharam, fui “convidado” a passar música. Esperei um pouco até o bar ficar mais animado e cheio, bebericando a minha míni, e falado aqui e ali com o pessoal amigo. Com a casa a começar a rebentar pelas costuras, (nunca tal tinha visto a uma terça-feira), peguei nos cds e vai disto que é uma festa!

Há muito tempo que um set não me animava tanto. Apostei essencialmente em música que todos conhecem, e sabem cantar. Aquelas que fazem levantar o sobrolho e levam a pensar se é mesmo aquilo que estão a ouvir, e a dizer: - há séculos que não ouvia isto.

Assim, as Doce, Carlos Paião, Rui Veloso, Dina, Da Vinci, Mamonas, e companhia lda, puseram o bar ao rubro. Nunca tinha visto tanta gente a cantar, e a dançar ao som destes velhinhos êxitos. Fui intercalando isto com os clássicos do Rock, que afinal de tudo são a marca da casa, e em dia de aniversário não podiam faltar! Durante cerca de uma hora e meia, entre uma enxurrada de mínis e shots que magicamente apareciam ao pé de mim, de dançar e cantar atrás e em frente do balcão com as colegas e clientes da casa, consegui por muita gente a rir, cantar, dançar, e a divertir-se com musicas que não estavam a espera de ouvir quando entraram no bar.

No final do cantar dos parabéns e do corte do bolo, lá deixei um belo cd de colectânea de música do final dos 80 a tocar, e voltei para a conversa com o pessoal.

A contar pelos, sorrisos, apertos de mãos, e vozes afónicas do pessoal que passava por mim ao sair, gostaram e divertiram-se tanto como eu. Nada como um gay para animar uma festa!

Estava mesmo a precisar de uma noite assim! Depois do balde de água de ontem, a noite fez-me muito bem! O álcool foi em demasia, mas com tanta gente a querer pagar uma mini, ficava mal não aceitar! Já o ano passado ainda como cliente tinha havido dose igual, se bem que este ano me diverti bem mais.

Em tom de sarcasmo diziam alguns que ainda eram para ir ao concerto dos Police, mas não queriam faltar ao aniversário dos 14 anos do bar do costume.

Ando num carrossel de emoções, ora muito eufórico ora triste com tudo. Mas esta capacidade de colocar uma máscara alegre e não deixar transparecer o que me vai na alma surpreende-me! A minha tristeza só eu a conheço bem. Apenas quando estou só é que a deixo mostrar-se. Apenas neste registo electrónico é que dou conhecimento dela. Quem lida comigo não sabe da sua existência!

Quando estou em sociedade, tenho sempre uma piada pronta, uma anedota para contar, um sorriso nos lábios e uma atitude de campeão. Por dentro muitas vezes sinto-me oco e frágil. Mas serei sempre o palhaço de serviço pronto para animar até o mais sisudo dos homens.

R.

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