O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
O que me dizes?
Por: Ray, em 15.06.09 às 19:59link do post | adicionar aos favoritos

15 De Junho de 2009

 

Andei ausente e sem nada escrever durante bastante tempo. Mas por bons motivos. Primeiro o meu aniversário, depois a preparação para uma feira na qual o bar esteve e por fim, e a melhor de todas as razões o meu nino esteve de férias aqui junto a mim!

O meu aniversário já passou. Mais um ano... ando a ficar velho. O meu nino encheu-me de prendas. Um perfume óptimo, e umas t-shirts LINDAS!!! Deve ter gasto uma fortuna, aquele borreguito! Mas adorei. Na noite antes do meu aniversário fui trabalhar. E por acaso apareceram lá um grupo do qual gosto bastante. Uma antiga colega de trabalho e mais alguns amigos dela que entretanto são clientes frequentes do bar. E não sei bem como, lembraram-se que fazia anos, e sem eu perceber à meia-noite levantaram-se e começaram a cantar-me os parabéns e traziam bolo com velas e tudo. Fiquei emocionado. É mesmo daquelas coisas que não estava mesmo nada a ver acontecer.

Pouco dias depois do meu aniversário o meu nino entrou de férias.

Infelizmente não pode tirar férias desta vez. Nem mesmo folgas tive. A custa da feira e das celebrações dos feriados da semana passada não houve maneira de tirar dias.

Mas não foi por esse motivo que não tentei tudo por tudo para não frustrar as férias do meu amor. Ainda que todas as noites fosse trabalhar e ele sempre vinha comigo e estava lá ao meu lado, durante o dia deu para fazer algumas coisas.

As celebrações do 10 de Junho foram muito expressivas aqui na cidade. De facto foram como nunca haviam sido celebradas.

Militares e policias por todo o lado. Num dos jardins da cidade os militares montaram uma enorme exposição a qual eu e o H. fomos amiúde. Não só pela exposição em si, na qual estavam coisas e equipamentos que nunca havia visto ao vivo, mas especialmente pelos militares. Cada homem....cada corpo.... loucura!

E ainda por cima um grupo deles fez do bar quartel-general da bebedeira nocturna durante a sua estadia na cidade. Todas as noites a mesma loucura. E havia um deles que embora desse uma de macho, fartou-se de olhar para mim e para o H. lá no bar.

Dormir, também dormimos muito. Conseguimos ir à praia algumas vezes. Mas só de uma delas é que apanhamos bom tempo. De todas as outras, se tivéssemos levado um cobertor acho que o teríamos usado.

Descobrimos entretanto que nas dunas entre o Baleal e Peniche também se faz nudismo e que é uma zona de engate gay. Fomos lá 2 vezes, mas sinceramente não se viu nada de jeito. Talvez a conta do frio que estava.... mas ainda lá temos que ir mais algumas vezes para tirar isso a limpo.

Foi semana e meia de namoro contínuo. E muitas coisas pequenas, outras maiores se passaram. Não vou dize-las todas. Mas aprendi e o nosso amor cresceu e ficou mais forte.

AMO-TE H.! OBRIGADO POR TUDO!

R.

 


O que me dizes?
Por: Ray, em 16.03.09 às 18:16link do post | adicionar aos favoritos

16 de Março de 2009

 

Acabou tão depressa.... O tempo sempre corre quando gostamos de algo.

Logo na sexta-feira o meu nino veio ter comigo, jantamos no nosso chinês e fizemos uma vizitas a meia duzia de bares aqui na cidade. Como estou sempre a trabalhar no bar, é bom e gosto de visitar a concorrencia e apanhar ares novos.... mas a tentação foi grande e acabamos por ir para o bar onde trabalho e ficamos quase até ao fecho a jogar uno e a beber Mai Tai!

Voltamos para casa e depois de satisfazer-mos o que os nossos corpos ansianvam e desejavam, adormecemos que nem uns anjinhos.

Acordar, banho, fazer o saco e tomar café e pouco tempo depois já estavamos aqui:

Óbidos

Rumamos rápidamente para a zona do festival do chocolate. Minha nossa quanta gente.... e muitos gajos giros para nós podermos lavar as vistas. A Cerca do castelo estava apinhada de gente e de barracas a vender de tudo e mais alguma coisas com chocolate.

A tenda com as esculturas de chocolate, que eu queria mesmo muito visitar, tinha uma fila para entrar de algumas horas. Desisti logo que vi a fila. Não ia ficar parado ao sol horas só para estar lá dentro uns minutos. Estar com o meu nino de um lado para o outro era muito melhor para mim.

Com tanto chocolate para todo o lado que nos viravamos até o cheiro ficava enjoativo. Acabamos por apenas comer uma enorme taça de morangos com chocolate....adorei!

Depois de mais umas voltas pela feira, mais umas olhadelas aos gajos bons que por ali andavam (alguns casais gays), e um passeio pela muralha de Óbidos rumamos com direcção ao “Coco’s” na Foz do Arelho. Adoro este bar. Mesmo à beira do mar, com uma esplanada fantástica. Apanhar aquele solzito fez-me bem à alma. Quando vivia nas Caldas da Rainha, era o meu espaço habitual. Sempre que podia lá ia eu.

Como ainda não tinhamos quarto reservado na Nazaré, decimos metermo-nos a caminho, para não chegar-mos lá de noite. Mas antes ainda tivemos que dar um saltinho à praia do norte. Só para ver quem andava por lá ao engate. Mas eram mesmo só velhos, e como já estava a ficar frio fomo até à residencial que tinhamos escolhido.

Felizmente ainda tinha quartos, por €35 ficamos num quarto com esta vista:

 

Adorei!

Descansar um pouco as pernas, namorar um pouco, banho e já estavamos na rua para ir jantar. Adorei a noite. Depois de jantar e de passear um pouco, acabamos por ficar num irish pub que tinha musica ao vivo.

Mas o cansanso de tanto andar começou a pesar, e fomos cedo para a camita.

Acordar, levantar olhar para a janela e ver isto:

 

Fantástico.

Acordar neste cenário com quem amo, depois de uma fanstática noite de amor, e depois de ter tido um sonho de um dia de sábado....nem tenho palavras para me exprimir! É bom demais!

Depois do pequeno-almoço e de mais uma voltinha na calçada pela praia decidimos ir embora. Fomos dar uma voltinha nas caldas. Adoro aquela cidade. Tomamos café no centro historico, em plena rua das montras, e fomos a pé visitar o novo shopping que abriu por lá. Acabamos por almoçar por lá.

Embora tenhamos dormido muito bem, de tanto andarmos de um lado para o outro, o cansanço nas pernas era mesmo muito, e viemos para casa. Antes de voltar para o quarto ainda fomos lanchar à cidade e apanhar os últimos raios de sol deste domingo fantástico.

Depois de jantar lá tive que ir trabalhar.... não me apetecia mesmo nada. Mas foi mesmo um fim-de-semana daqueles que não se esquecem!

Andava mesmo, mesmo a precisar de uns dias assim!

Amo-te muito H.

R.

 

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Por: Ray, em 03.09.08 às 17:05link do post | adicionar aos favoritos

30 de Agosto de 2008

 

Acordamos a menos de uma hora de fazer o check out. Levantei-me e tomei banho rápido e depois foi a vez do meu nino se arrastar até ao duche.

Entrentanto fumei um cigarro, preparei as nossas roupas, fiz as malas e sequei-me, e o o H. no banho. Estive que lá ir acorda-lo. Demorou tanto que pareçeu-me que voltou a adormeçer em pé.

Faltavam 2 minutos para o meio-dia quando entregamos a chave e saimos para o comer algo.

Decidimos ir dar uma volta ao forum coimbra, e acabamos por comer por lá, num restaurante japonês que lá há.

Depois da romaria habitual à Quebramar, onde fomos atendidos por um gajo podre de bom, e onde o H. acabou por comprar uma camisa linda, decidimos rumar para sul.

Fomos dar uma volta à Nazaré, desta vez viajamos pelo caminho mais perto.

Ao chegar lembramo-nos de ir conheçer a praia do norte, que também é referencia gay. Mas que desilusão. Ainda passeamos um pouco nas dunas, e estavam lá gajos. Mas era só velhos. Mesmo só velhos. Voltamos para trás e fomos para a praia da Nazaré.

Mas ao sábado aquela praia é para esquecer. Gente de férias, excurções, e bimbalhada por todo o lado. Lanchamos e bazamos.

Ainda fomos ver como estava o ambiente na praia do salgado, mas como já era tarde não se via ninguem e rápidamente viemos para casa.

Fizemos o jantar, tomamos banho e fomos para o café.

Entretanto o H. tinha falado em irmos ao bar gay que abriu numa aldeia aqui perto.

Como não tinhamos mesmo mais sitío para ir, decidimos ir. Se não agradasse vinhamos embora.

Logo que chegamos e ainda não tinhamos saido do carro, já o H. tinha sido identificado. O gajo que estava à porta, que é o barman lá, já curtiu com o H.

Entramos e procuramos um sitio discreto para nos sentar. O espaço ainda é grande, mas teve muito vazio. Na altura em que mais gajos lá estiveram não ultrupassaram as 20. O show de travesttismo não foi nada de espeçial, mas sempre entreteu.

Infelizmente, sofremos o sindrome de “carne fresca num bar gay”. Pareceu-me que todos os outros gajos se conheciam, e como não sabiam que nós eramos, não paravam de olhar. Em especial para o H.

O bar se tivesse mais composto até seria agradavel. Não tem nada de especial de decoração, a musica também não é nada de especial. So reconheci um gajo lá. Não sei de onde vieram os outros.

A parte mais cómica da noite foi mesmo quando entrou um casal gay no bar, e só no final de se sentarem e pedirem as bebidas é que perceberam onde estavam. A gaja só se ria, agora o gajo via-se mesmo que estava nervoso e que não estava a gostar mesmo nada.

Acabou o show e basamos. Viemos para casa, porque tinha um cunete especial para fazer ao meu nino.

R.

 

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Por: Ray, em 02.09.08 às 16:25link do post | adicionar aos favoritos

26 de Agosto de 2008

 

Sabe tão bem acordar ao lado do meu menino. De começar logo o dia com quem mais amo.

Despachamo-nos, tomamos café e fomos logo para a praia do Salgado.

Lá nos arrastamos pelo areal. Percorremos aqueles 20 e tal minutos a pé pela beira do mar. Aproveitamos aquela distancia que separa o estacionamento da zona da praia onde se faz nudismo e podemos estar a vontade para ir apreciando quem por lá estava.

Hoje foi a vez de um casal nos cair no olho. Já ontem estava também na praia, mas como estavam mais longe de nós não deu para apreciar convenientemente. Um gajo mais novo e um mais velho. O novo era o favorito do meu H. Tinha de facto bom ar, eu pessoalmente preferia olhar para o mais velho. Tinha um charme enorme. Já com alguns cabelos brancos que lhe davam um ar de cabrãozão que me faziam olhar e ir também à agua só para ver. E tinha um par de colhões.....grandes e mesmo pretos..... um delírio para mim. À distancia pareciam mesmo muito bem.

Fizemos o nosso dia de praia nas calmas. O tempo estava optimo e a água também.  Fomos trocando olhares, aqui e ali, apreciando as pilas e rabos que por ali passavam. Numa das idas do meu nino até as dunas, foi assediado por um gordo que por ali estava. Assobiou-lhe, chamou-o e quando ele olhava, lambia os lábios. Fartamo-nos de rir.

Já estavamos fartos de ali estar e decidimos ir lanchar a Nazaré. E quando nos metemos ao caminho, novamente pelo carreiro por de trás das dunas, o tal casalinho que olhamos a tarde toda decidiu também vir embora.

Fizemos de maneira a que eles ficassem a nossa frente, para irmos apreciando. E sempre que eles aceleravam, nós também, se andavam mais devagar faziamos o mesmo. Até que eles pararam e tivemos mesmo que passar por eles. E que desilusão. Era muito mais bonitos ao longe que ao perto. Seguimos para o carro, lanchamos e fomos as compras para o jantar na Nazaré. Aproveitei e fomos as compras na superficie comercial onde trabalha o V. o meu ex. Até foi bom vê-lo e apresentar-lhe o H. como meu namorado.

Voltamos para casa, fizemos o jantar (obrigou-me a comer bife grelhado só com salada, mas ainda assim o consegui convencer a deixar-me pôr uns cubos de queijo “feta” para lhe dar algum sabor), tomamos uma bela banhoca juntos. Enquanto ele acabava de lavar a loiça, preparei um banho de imersão bem cheiroso para os dois, com direito a velas espalhadas pela casa de banho e tudo. Mais uma coisa feita de forma espontanea e que gostei muito.

Depois fomos rapidamente ao descafeinado, que amanha temos um dia grande pela frente.

Antes de adormecer-mos claro que ainda houve leita a correr na cama.

R.

 

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Por: Ray, em 02.09.08 às 16:25link do post | adicionar aos favoritos

25 de Agosto de 2008

 

Hoje tivemos na praia.

Saimos de casa por volta do meio-dia e depois de tomar o pequeno-almoço rumamos para a praia do Salgado.

Estava mesmo como eu gosto. Calor, e gajos para apreciar-mos. Poucos velhos e bastantes gajos bons. E da mesma forma que nós olhavamos, também eramos olhados. E bem!

A meio da tarde um gajo mesmo muito giro, deitou-se a poucos metros à nossa frente. E sempre que o H. ou nós os dois íamos à água, e tinhamos que passar mesmo ao seu lado, fartava-se de olhar, e metia-se de maneira a que lhe vissemos ora o rabo (que parecia delicioso) ora a pila (grande e com uns bons tomates). Mesmo quando estavamos deitados na toalha a torrar, e viramos a cara para ele, ele estava a olhar para ele.

O H. e eu ainda fomos algumas vezes ás dunas, ver se ele também se levantava e vinha, para apreciar de mais perto, mas isso nunca aconteçeu. Sempre que chegavamos as dunas, ou não havia ninguem ou então era os velhos que vinham atrás.

No final de ler a Maxmen por duas vezes, e de ter imaginado mil aventuras para os gajos que iam para as dunas, fazer novelas entre os possiveis engates que se poderiam estar a passar por de trás dos arbustos, chegou a hora de virmos para casa.

Decidimos tomar o carreiro por detrás das dunas e entre os arbustos para voltarmos para o carro. Quando chegamos ao topo da duna, vimos que o tal gajo jeitoso estava também já a caminho para tomar o mesmo carreiro que nós. Começamos a andar mais devagar para ele ficar a nossa frente e podermos continuar a apreciar.

O gajo, percebeu o que estavamos a fazer, e sempre que podia ia olhando para  trás, e sorria.... e nós faziamos o mesmo. Realmente o gajo era muito giro e tesudo.

A determinada altura, depois de passar um arbusto maior ficou fora da nossa vista, e assim que passamos esse mesmo arbusto estava o gajo enconstado a fingir que mijava e a olhar para nós. Continuamos a andar e logo que passamos o próximo arbusto, eu fiz o mesmo. Parei, puxei a pila para fora e pus-me de modo a que ele quando desse a volta ao arbusto a consegui-se ver. E foi mesmo isso que aconteceu. Olhou mesmo muito, mas sem nunca parar. Ele passou e nós seguimos logo atrás. Há muito tempo que não entrava neste jogo de flirt. Até achei graça, em especial por estar a faze-lo com o meu amor.

Mas o caminho estava a acabar, o carreiro pelo meio das dunas chegava ao fim, acabando na parte hetro da praia, e pensei que o jogo havia acabado. Mas enganei-me. Assim que saiu do carreiro e em vez de continuar pelo areal o gajo subiu para uns canaviais que acompanham a praia. Eu e o H. olhamos um para o outro e decidimos ir ver onde aquilo ía parar. O gajo olhava cada vez mais para trás, e passado alguns minutos de caminho desapareceu por detrás de um grande arbusto que ali há.

Ficamos, eu e o meu nino, a olhar um para o outro. Não haviamos entender se ele foi para ali para ficar a nossa espera, ou se o caminho continuava por ali. Decidimos rapidamente segui-lo e logo se veria o que acontecia. Assim que rodeamos o arbusto o gajo estava lá parado e ficou a olhar para nós tambem parados ali sem saber muito bem o que fazer. Reparei que ele já estava teso. Via-se bem o pau duro dentro dos calções.  E já que ali estavamos, resolvi avançar e começar a mexer no pau do meu menino por cima do calçóes, e o gajo também começou a mexer-se por cima dos calções. Estiquei a minha mão e comecei também a mexer-lhe no pau. Estava bem duro e era grande.

Passado um pouco, já os calções estavam descidos e as mãos exploravam os paus uns dos outros. O gajo era mesmo muito bem feito e bem abonado. Tinha um rabinho bem feito e macio. Eu estava um pouco nervoso e olhava para o H. que também notei que estava. Acariciamo-nos, mamamos e beijamo-nos.

Acabamos a bater uma punheta cada um a sua, e basamos logo dali, porque entretanto um gajo topou-nos a ir para lá e meteu-se a espreitar.

Fomos para o carro e ainda fomos lanchar à Nazaré.

Pelo caminho fomos falando do que tinha acontecido. Embora nada tivesse sido planeado ou conversado antes de ancontecer, ambos gostamos. Foi bom. Mesmo muito bom. O gajo era giro, discreto e a curte correu bem.

Mal sabiamos nós quando saimos de casa que tal coisa ía acontecer.

Foi uma situação nova para nós. Algo mais que partilhamos os dois. Sem consequencias. Aconteceu e pronto. Tavamos juntos e não nos enganámos.

Chegamos a casa e ainda os despejámos mais uma vez antes de ir ao banho juntos e fazer-mos o jantar.

Foi um bom primeiro dia de férias.

R.

 

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O que me dizes?
Por: Ray, em 17.07.08 às 15:30link do post | adicionar aos favoritos
12 de Julho de 2008 Acordamos e o tempo estava uma merda. Mas como tinhamos planeado ir até a praia, despachamo-nos e lá fomos. Chegamos a praia dos Salgados, para mais uma sessão de nudismo, e o tempo continuava muito encoberto e com vento. Quase ninguem no areal. Ainda assim fomos até a zona onde poderiamos fazer o que lá nos levou. Encontramos uma pequena duna que nos abrigava do vento e tiramos a roupa. Deitadinhos até se tava muito bem. Alem de nós, só lá estava um outro gajo, com uma bela pila por acaso. O H. parecia electrico. Enquanto eu me entretia a ler uma revista, ele andava para cima e para baixo nas dunas de “engate”. E não é que quase que engatou o gajo! Sempre que o H. se levantava o outro levantava-se ou metia-se a olhar para ele. Quando subia a duna, o outro ia tambem. Inclusivé passava perto dele e sorria. Quando eu subia a duna, o outro nada. Até que depois de muito anda anda, olha olha, espreita espreita, numa das vezes que o H. subiu a duna, o outro foi falar com ele. Basicamente a perguntar se queriamos brincadeira a três. Mal fez a proposta, o meu amor disse que ia falar comigo e depois lhe dizia alguma coisa. Mas mal chegou perto de mim, o outro começou a arrumar as coisas e basou. Acho que foi o melhor. Nunca tinha pensando em ter uma coisa a três com o meu H. Como já o fiz mais que uma vez, sei bem o que é. Mas acho que o meu homem tem alguma curiosidade. Mas tambem nunca mais falamos sobre isso. Enfim..... Como o tempo estava mesmo uma merda, e a unica pila que podiamos apreciar foi embora, decidimos tambem bazar, fomos até a Nazaré. Passeamos bastante, apreciando as pernas e enchumaços que por ali andavam. Acabei por fazer uma tattooagem no braço. Mas foi uma daquelas tipo enna. Como quero fazer uma definitiva, assim vejo se gosto do sitio e se não me vou cansar dela. Acabamos por jantar no chines, mas não gostamos muito. O nosso chines aqui é que é bom! Rumamos de volta para a nossa cidade, e acabamos por ir a casa do meu irmão beber umas caipirinhas, e de finalmente caminha, claro que tivemos que os despejar antes de dormir! R.
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