O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
O que me dizes?
Por: Ray, em 13.04.09 às 20:14link do post | adicionar aos favoritos

      4 de Abril de 2009

 

      O meu nino começou as férias ontem e veio ter comigo hoje.

      Como estava a trabalhar veio directo para o bar. Foi engraçado. Logo que ele chegou, as babes também chegaram e meteram-se logo a jogar uno. E eu a trabalhar que nem um mouro e cheio de inveja de não estar também a jogar. Mas a vida é assim. Pelo menos podia ir olhando para ele. E com aqueles olhares de complice partilhavamos sentimentos e pensamentos sem nunca dizer uma palavra.

      Até mesmo quando eu ou ele queriamos que o outro apreciá-se uns gajos que estavam lá no bar, através do olhar conseguiamos comunicar isso. Foi engraçado.

      Depois do bar fechar, e como já há um tempo que as babes falavam nisso, decimos ir a uma discoteca numa cidade aqui perto. Fomos até à HORTA DA FONTE. E acabei por não me divertir muito.

      Quando lá chegamos aquilo estava mesmo cheio. Para mim até demais. Não gosto muito de apertos. Mas enfim, como o meu nino e as miudas estavam a gostar, também não ia estragar o ambiente.

      Depois de dar uma volta completa ao espaço, lá encontramos um sítio com algum espaço para estarmos. Não aguentei ali muito tempo, a música não me dizia nada, e fui para a pista de house, é mais a minha onda. Eles seguiram-me. Mas como a música começou a ficar muito pesada para eles, lá dei a mão a torcer e fui com eles para a pista de música mais comercial. Assim que passamos a porta, o meu nino perdeu a vergonha e começou logo a dançar. Acho que nunca o tinha visto dançar tanto.

      Como não estava virado para as danças ia vendo o que por ali andava. Alem da geração “cogumelos com açucar” havia lá cada gajo podre de bom.... deu bem para lavar as vistas.

      O serviço de bar na discoteca é que deixa muito a desejar. Mesmo muito mau!

      As gajas que estão a trás do balcão estão mais interessadas em dançar e mostrar as mamas que própriamente em servir bebidas. Valeu-me um dos barman que de facto sabia estar num balcão. Mas quando fui pagar é que me apercebi que o tal gajo numa das vezes que lhe pedi uma imperia registou no cartão uma gim. Passei-me mesmo.

      Como o cansanço apertava viemos para casa. Antes ainda fomos buscar umas bifanas para compor o estomago.

      Antes de adormeçer eu e o meu nino ainda tirámos o leite um ao outro.

      R.

 

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Por: Ray, em 24.11.08 às 17:01link do post | adicionar aos favoritos

24 de Novembro de 2008

 

O meu nino deu-me um dos melhores sábados que me consigo lembrar!

Na sexta-feira não vei ter comigo. Saiu com os amigos dele e eu acabei por ir sair também sozinho. Fui tomar café ao bar. Mesmo que trabalhe lá sempre gostei do espaço como cliente. Não foi tão bom como estar com o H. mas acabei por espaireçer na mesma.

No sábado mesmo no final da tarde, quando ele estava a fechar o tasco, começamos a tentar chegar a um acordo sobre onde ir jantar. Como não dizia onde gostava de ir, ele só me mandou por todo bonito que ele decidia.

Assim fiz! Tomei banhoca, desfiz a barba, e vesti-me todo à betinho. Demorei-me tanto desta vez, que o H. chegou ainda eu me estava a acabar de vestir.

Ele nem subiu. Assim que entrei no carro ele arrancou logo. Ainda tive que apertar com ele um pouco para saber onde íamos.

Ele lembrou-se de um restaurante italiano numa cidade aqui vizinha. Adoro aquele restaurante. Já lá comi duas ou três vezes, mas já não ía lá faz anos. Adorei o gesto. Ele lembrou-se que eu tinha dito que o espaço e a comida era boa, e que um dia tinhamos que lá ir.

Jantamos mesmo muito bem. A comida continua optima. E para não variar o H. fartou-se de ver gente que ele conhecia. Afinal aquela cidade está a meia dúzia de km da terra dele.

Depois da janta, ele levou-me a um bar para tomar café. Isto ainda foi mais especial para mim. Fomos a um bar onde ele custuma ir mais o grupo dele. Gostei mesmo, mesmo muito deste gesto. Senti que de alguma forma ele está a dar-me a conhecer partes da vida dele que eu não conhecia, embora não estivesse lá nenhum dos amigos dele, o H. levou-me a um sítio de que gosta e eu não conhecia.

Depois desta paragem rumamos á minha cidade. Durante a tarde o meu mano mandou uma sms a perguntar se queriamos ir tomar um copo à noite. Mandei-lhe uma sms e ele respondeu que estavam em casa, para lá passar-mos e depois saímos. Assim fizemos.

Quando lá chegamos, eles tinham companhia. Dois casais amigos deles, que embora eu conhecesse o H. nem por isso. Vi que o meu nino não estava muito à vontade. E eu também não. O meu mano não disse da presença dos outros propositadamente para nós lá passarmos. Mas não gostei muito. Não por mim, afinal conheço-os e eles sabem que sou gay e estou á vontade, mas o H. não fica.  E não gosto de o pôr nestas situações. Embora todos metessem conversa com ele, vi que não estava muito bem.

Conversa para cá e para lá, e decimos sair todos. A primeira ideia era para ir a um bar que nem eu nem o meu homem gostamos. De facto detestamos. Eles iam para lá e nós para o bar gay. De repente alguem se lembrou de ir-mos antes para uma disco aqui na cidade. E assim foi. E ainda bem.

A disco não é nada de extraordinário, mas diverti-me muito. Chegamos ainda não estava muita gente e fomos para a area de fumadores e por aí ficamos o resto da noite.

A disco é de musica predominantemente latina. Até gosto.  E é frequentada essencialmente por gente da minha geração e até um pouco mais velhos. E andava lá cada homem.... minha nossa....e alguns até retribuiam os olhares.

Passado um pouco de lá estarmos chegou a D. amiga que há muito não via. Soube-me tão bem apresentar o H. como meu namorado.

Com esta noite o H. ficou a conhecer basicamente o grupo de amigos com quem custumo andar, e que sabe que sou gay. Gostei tanto de os ver a falar e a tentar conhecer melhor o meu namorado. E o H. a começar a abrir-se também! Ele fica sempre muito timido e calado ao pé de gente que não conhece, mas no sábado vi que ele estava a ganhar confiança com alguns. Quase todos são tão extrovertidos como eu, e estavam sempre a meter-se com o H.

A tesão estava a crescer e viemos para casa.

Falamos um pouco já sentados na cama, mas os corpos estavam a pedir e rápidamente nos estregamos um ao outro. Vim-me na boca dele enquanto lhe fazia um cunete. Estava mesmo cheio de tusa.

Amo-o muito, e este sábado marcou-me muito.

R.

 


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Por: Ray, em 21.11.08 às 17:04link do post | adicionar aos favoritos

21 de Novembro de 2008

 

Ontem teve cá o meu nino.

Depois de todos os stresses, cenas tristes e discuções foi muito bom voltar a estar com ele.

Como já tinhamos tudo resolvido, nem sequer houve mais conversa sobre os assuntos tristes.

Ele chegou, namoramos, rimo-nos e claro que tivemos que ver os blogs e tratar dos vicios! Primeiro o travian e logo depois a dependencia do corpo um do outro!

Quando ele chegou, tinha eu acabado de sair do banho, e ainda estava só de boxers e t-shirt, rapidamente as suas mãos e boca rapidamente encontraram o meu pau, que já espreitava na abertura dos boxers.

Aquela primeira vez que o meu pau entra na boca dele sabe tão bem, mas tão bem....

Assim que o meu pau ficou bem teso, foi a minha vez. Baixei-lhe um pouco as calças e saquei-lhe o pauzão já teso para fora também através abertura dos shorts. Delirei. Quando lhe pedi que voltasse ao meu pau, ele mamou-me de uma maneira, que em pouco tempo me fez vir. Foi uma de uma intencidade que juro que até vi estrelas.

Com todo este exercício deu-nos a fome. Decidimos ir jantar ao chinês.

Adoramos comida chinêsa, mas desta vez pedimos duas coisas que não gostamos mesmo. Uma entrada “pau chinês com carne” que é mesmo muito mau, e o prato que o H. pediu “galinha recheada com camarão” que nem tem adjectivo que o descreva.

Mas o importante era estarmos juntos, e a “galinha na chapa quente ” que eu pedi salvou o jantar.

Amanha estaremo juntinhos de novo.

R.

 

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Por: Ray, em 27.10.08 às 18:06link do post | adicionar aos favoritos

25 de Outubro de 2008

 

Depois de conversar-mos e de esclarecer-mos as coisas, fomos jantar. Estavamos os dois esfomeados e já tinha passado a hora de jantar. Fomos ao macdonnalds.

Depois de enfardar-mos um hamburguer, fomos tomar um café. Ainda estava muito tenso o ambiente entre nós, mas com o passar do tempo, e com a conversa no café as coisas começaram a atenuar.

Depois do café fomos até ao bar gay cá do burgo. Até fiquei surpreendido.Sendo quase fim do mês pensava que estaria quase vazio, mas até ficou muito bem composto. Ninguem que me prendesse o olhar, mas pelo menos havia gente.

No final do show dos travecas viemos para casa. Os putos não estavam, e rapidamente nos enfiamos nús na cama. Estavamos com uma tesão brutal. E eu cheio de vontade de lhe fazer um cunete.... e assim foi. Quando me vim, o jacto que saíu foi tão grande que me sujou so lençois.

Ainda ficamos mais um bom bocado a conversar, e depois o meu nino teve que ir embora. Ainda bem que a hora mudou, assim ficamos a conversar mais um bocado.

Amo-o muito. E sinto-me um pouco mal por ter pensado que ele poderia ter estado a testar-me, mas só o pensei porque as concidencias eram muitas.

R.

 

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Por: Ray, em 06.10.08 às 15:26link do post | adicionar aos favoritos

4 de Outubro de 2008

 

Este fim-de-semana fiquei de ajudar o mano nas mudanças de casa.

Encontraram uma casa muito boa e vão aproveitar. É muito maior. Com melhores condições, e fica também numa zona da cidade que eu gosto muito. Nem a cem metros da casa onde vivem.

Pediu-me para ir hoje, para começar a mudar coisas pequenas, mas afinal e dado a condição em que estava a casa, tivemos a tarde toda foi a limpar. Estava mesmo imunda. Disseram-lhes que tinha lá ido uma senhora para limpar, mas pela sujidade em todo o lado, deve ter varrido e pouco mais.

Nem saimos para jantar. Fomos comprar uns frangos à churrasqueira, e comemos ali mesmo sentados no chão da sala.

Deu tempo para o meu nino fechar o tasco, tomar banho e vir ter comigo à casa nova do meu mano. Quando chegou, o meu irmão mostrou-lhe a casa, que ele também gostou, e apresentou-o a uma amiga deles da seguinte forma: - “Este é o meu cunhado H.”. eu fiquei sem palavras. Eu próprio só a conheci hoje. Mas se o meu mano o apresentou assim, é porque confia. O que é certo é que ela nem pestanejou. Cumprimentou o meu nino, e nada de anormal notei na sua atitude.

Rápidamente saimos dali, e viemos para casa. Enquanto tomei banho e fiz a barba o meu homem passou-me as calças e camisa a ferro. Tão prendado que ele é!

Pouco passava da meia-noite e meia quando entramos para o carro com destino ao bar gay aqui da cidade.

Desta vez não gostei. Apanhei uma real seca. Mesmo muito pouca gente. A musica é a de sempre e o gajo não há meio de aprender a fazer passagens decentes. Ainda assim ficamos. Na semana passada anunciaram que este sábado haveria strip e queriamos ver. Foi tempo mal entregue.

Era só um gajo, que embora tivesse um corpinho muito bem trabalhado. E até nem era feio de todo, tinha demasiado tiques de bixa. E era também um principiante nesta vida de tirar a roupa e notavasse. Não sabia muito bem o que fazia. Sinceramente não gostei. E o H. também não. Viemos para casa a meio do show. Desta vez não me convenceu mesmo nada.

Assim que entramos no quarto entregamos-nos um ao outro. Vim-me enquanto a minha lingua explorava o cuzinho do meu H. e ele logo depois.

Amo-o mesmo muito.

R.

 

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Por: Ray, em 23.09.08 às 15:59link do post | adicionar aos favoritos

20 de Setembro de 2008

 

Com o tempo cada vez melhor e com o calorzinho bom que se sentia, fui-me aninhar na cama, começando a conformar-me com a sentença que não seria hoje que iria sair a noite com o meu nino. Jantei, fui tomar um café rápido ao sítio do custume e voltei para o conforto da camita. Como nada de jeito havia para ver na tv, liguei o pc para ver um dvd. Escolhi ver “ O Piano”.

Filme escuro e intimista. Além de gostar da história, acho a banda sonora extraordinária e a fotografia fabulosa! Aquela cena do piano na praia é quase poesia.

Outro bonus deste filme é as cenas de nú. Para os hetros a Holly Hunter, para os gays o Sam Neill, é dos poucos filmes de bom gosto que tem umas cenas de nú masculino frontal de forma clara e sem pudores.

Logo depois desta cena, o meu nino disse-me que começou a chover lá e que iam fechar a esplanada e que dentro de uma hora estaria comigo.

Fiquei extasiado. Como já não estava a espera desta notícia, não cabia em mim de contente. Já nem vi o resto do filme em condições.

Quando finalmente avisou que estava a sair de casa, levantei-me. Não tinha roupa nenhuma pronta para a night e tinha que ir passar a ferro. Apanhei um real susto.

Quando liguei o interruptor e a lampada literalmete explodiu e o quadro electrico disparou. Quase que me borrei todo.

Ainda demorei a escolher o que iria vestir. Mesmo sem termos falado muito nisso, quase de certeza que o destinho seria o bar gay aqui perto e queria ir bem vestido é que os gays são críticos terríveis. E embora seja um bar de provincia, o meu nino veste-se sempre tão bem que não o quero envergonhar!

Despachei-me, esperei pelo H. a fumar à janela. Estava mesmo uma noite optima. Depois de uns beijos aquando a chegada dele, rumamos para o bar.

Chegamos lá era quase uma da manha. Desta vez o bar estava muito mais composto. Mas inevitávelmente enquanto caminhavamos da porta até uma mesa (a única que estava livre) no canto do bar, tinhamos todos os olhares postos em nós! Afinal eramos carne fresca no pedaço!

Gostei da localização da mesa. Como era mesmo na parte final do bar, se alguem olhasse teria mesmo que dar nas vistas ao virar-se para trás! Quando nos sentamos e mesmo antes de pedirmos as bebidas, o H. reparou que estava lá um gajo que não parava de olhar para nós. Era o B. ainda andei com ele algum tempo. Conhecemo-nos no bar gay de T.N. e dai saiu uma pequena relação. Mais física que outra coisa.

O H. sabe quem ele é porque há um tempo atrás passamos por ele na estação de serviço na A1 de Aveiras (uma das mecas de engate gay no país) e aí lhe contei quem ele era. O B. é um tipo normal, nem bonito nem feio, bastante peludo, um bocado abixanado, em especial na intimidade da cama. Facto curíoso é ele trabalhar numa agencia funerária. É o gajo que conduz o carro funerário.

Sinceramente estava-me a cagar para o facto de olhar ou não para nós. Há muito tempo que não tenho contacto com ele, e nem preocupado estava.

O bar até estava muito bem guarnecido. Alguns gajos muito giros mesmo! E mesmo que não fassamos por isso, os olhares acabam-se por cruzar com um ou outro gajo. Acho que é normal! Como por exemplo o de três gajos que estavam de pé, perto do balcão na direcção da nossa mesa. Sempre que eu ou o H. olhavamos para eles, estavam a olhar para nós, e rápidamente viravam a cara para disfarçar. Acho engraçado. Mas um desses em especial não parava mesmo de me galar. Mesmo quando olhava ele não tirarva o olhar. Devia querer festa.

Entretanto o meu nino também devia estar a topar algum gajo, porque ficava aos minutos seguidos a leste da minha presença.

Uma coisa que me faz pensar um bocado é a atitude do H. nos espaços gays,

Por mais que uma vez me negou um beijo. Outras vi que embora não tira-se a cara sentia-o tenso com o facto de o estar a beijar, ou a fazer-lhe um carinho na cara, mão ou pernas.

Em qualquer outro espaço entendo esta atitude. Agora num espaço que é gay, onde podemos publicamente e sem pudores demonstrar o afecto que nutrimos, faz-me pensar. Não entendo o porque! Também não sou apologista de grandes agarranços, apalpões, nem daqueles beijos com a lingua até ao duodeno em público. Não é disso que se trata. Mas um xoxo, um beijo, um carinho. Ele não gosta que o faça e nem tenta faze-lo a mim. Será vergonha de mim? Será que não quer que se saiba que tem namorado?

Com isto na cabeça a noite já não soube tão bem como poderia saber.

Entretanto começou o show das travecas. Muita Celin Dion cantaram. Três canções, duas delas seguidas. Falta de bom planeamento. O som também estava uma merda. Estava muito alto e fazia grande distorção. Aliás o Dj estava bem era a lavar copos. Não fez uma passagem de jeito. Nem uma para a mostra. E a falta de ouvido na altura do show então mostra que o gajo defenitivamente não sabe o que faz.

Acabado o show decidimos vir para casa. Antes disse fui tinha que deixar algum do safari-cola que bebi, ali mesmo. Levantei-me e fui ao wc. Mesmo ao acabar de mijar, entrou o gajo que toda a noite me galou. Encostou-se ao urinol, e enquanto eu lavava as mãos não parava de olhar para mim e a mexer no pau. De certeza que não estava a mijar. Era um tipo baixito, ali no wc e por estar mesmo ao pé dele reparei que até nem era feio, e tinha um rabo bem redondinho e com muito bom aspecto. Quando sai consegui-lhe ver de raspão os grandes colhões que tinha. E ele sempre a sorrir e a olhar para mim.

Pagámos e viemos para casa. Enrolamo-nos logo num beijo e tudo o que se segue naturalmente.

Acabamos esta noite de amor, com a minha lingua a fazer-lhe um belo cunete e a minha barriga e peito a escorrer com leite derramado.

Ainda ficamos mais um pouco a namorar, mas já eram quase 4 da manha e o meu nino ainda tinha que fazer uma viagem grande para casa. Despedimo-nos e fiquei a espera que ele chegasse a casa para eu poder dormir também.

Logo que me ligou, disse-me algo que não estava mesmo nada à espera. Na auto-estrada a caminho de casa, passou por uma carro que lhe começou a fazer sinais de luzes. Ele consegui ver que era o B. foi sempre atrás dele e a determinada altura o H. teve mesmo que acelerar e bem para o despistar. Foi atrás dele quase até a saida da auto-estrada para casa do H.

Não estava a espera desta atitude do B.

Logo após as despedidas ao tlm, o meu tlm toca. Um numero que eu não conhecia. Foi só um toque. Desconfio que tenha sido o B. mas como já não tenho o contacto dele, não tenho certeza. Mas depois da presseguição do meu menino e o toque aquela hora, só podia ser ele.

Tentei adormeçer, mas ainda a pensar no porque do H. não me querer beijar no bar.

R.

 

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Por: Ray, em 18.09.08 às 13:18link do post | adicionar aos favoritos

16 de Setembro de 2008

 

Dia cheio de acontecimentos!

Sai de casa antes do meio-dia. Fui abrir uma conta no banco e como vivo num quarto não tenho um comprovativo de residencia. Fui pedir um na junta de freguesia e como já era hora de almoço decidi ir comer antes de me meter no banco.

Fui ao centro comercial e vi lá tanto puto que me passei. Pareciam focas numa praia em epoca de acasalamento. E juro que cada vez menos percebo o estilo desta gente. Raios abrasassem os morangos com açucar!

Saí dali ainda mais rápido que entrei. Preferi ir comer na pastelaria do N.

A caminho de lá, passei pelo GNR que já papei mais que uma vez! Embora só me tenha apercebido que era ele mesmo quando nos cruzamos, acho que ele nem olhou para mim. Olhos sempre no chão.

Mesmo que ele saiba que pode contar com a minha discreção, e que nunca o iria por numa situação embaraçosa, deve ser complicado para ele. Casado, 2 filhos, GNR todo machão e acompanhado por outro militar, deve ter tido medo. Mas eu normalmente com antigas curtes, e em especial com gajos casados só comprimento se me comprimentarem. Não gosto de causar problemas a ninguem. Mas admito que tem a sua graça ver gajos que já possui acompanhados pelas esposas e filhos que nem suspeitam o que o marido e paizinho já tiveram na boca e no cú.

Segui a minha vidinha. Comi uns salgados rápido e fui para o banco. No final de meia hora de burocracia, meia duzia de assinaturas e €52, lá me vim embora. Ainda passei pela mega store chinesa. Mesmo antes de entrar vi logo esta preciosidade:

.”Presisa-se de empregada” num papel colado na montra.

Adoro visitar lojas do chineses. Tanta coisa inutil à venda. Mas o que eu gosto mesmo é de ler as intruções em português coladas nas caixas de eletrodomesticos “made in china”. É cada perola do português. Até mesmo numas ventosas que comprei:

“Remover gancho repentino erguem gancho para cima e descascam bloco de sucção fora.”

Quando me fiz ao caminho, passei por dois PSP. Nada de jeito à distancia, mas conforme me aproximava reparei que o mais feio dos 2, e era mesmo, mesmo feio, tinha um enxumaço gigante.

Naquelas calças de pano azul, estava um alto enorme. Mesmo visto de frente era impressionante! E o pau era macisso. Via-se os contornos todos. Começava na zona de breguilha e acabava bem debaixo da zona onde acaba o bolso. Enorme e grosso. Se não tivesse assim para baixo ia jurar que estava teso, mas com o andar do gajo via-se que não. Sem exagero o gajo tem um caralho murcho maior que o meu teso!

Como ia devagar tive tempo para apreçiar aquilo bem.

Quando passamos um pelo outro e consigo ve-lo de perfil, é que reparei bem no tamanho do par de colhões. Parecia que tinha uma bola de tennis nas cuecas. Enormes. As calças até faziam pregas entre as pernas de tão esticadas que estavam na zona dos tomates! Só tinha visto enxumaço semelhante na net. Era verdadeiramente impressionante!

Passado pouco tempo de chegar a casa o meu nino chegou. Tantas saudades que tinha!

Depois de falarmos um pouco, a roupa rápidamente saíu do nosso corpo e nos entregamos nos beijos e carinhos que tanto ansiavamos.

A boca do meu nino foi de encontro ao meu pau e num apíce estava no fundo da sua garganta. O H. está cada vez melhor com a boca. O broxe dele está cada vez melhor. O que ele faz com os lábios, lingua e mãos fazem-me delirar. E cada vez o faz melhor!

Passado um bocado foi a minha vez de lhe dar prazer. E quando o começo a mamar não largo até sentir o prazer líquido na boca.

Nem sei bem o que lhe fiz, só sei que gemeu de prazer ao mesmo que um jacto de leite batia no fundo da minha garganta! Isto deixou-me ainda mais cheio de tusa.

O H. muito raramente geme ou faz qualquer som enquanto fazemos amor. Depois de descobrir que o cunete que lhe faço o põe a gemer de prazer, os gemidos que deu hoje, pela forma mais alta e intensa que os deu, deram-me a entender que o que lhe fiz hoje foi muito bom e especial! Para acabar vim-me com uma força brutal em cima da sua barriga peluda!

Gostei mesmo muito. Cada vez amo mais esta homem!

No final do meu nino ir embora, fui para a cozinha lavar a fritadeira. Poucos minutos depois, toca a campainha e entra a senhoria para mostrar um quarto a um rapaz. Desta vez apanhou-me de boxers e avental.

Aproveitei enquanto eles estavam no quarto para me ir vestir. E pelo menos fiquei a saber que as gajas que vieram ver a casa no outro dia já não vem. Mal por mal só rapazes no apartamento.

R.

 

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Por: Ray, em 02.09.08 às 16:25link do post | adicionar aos favoritos

28 de Agosto de 2008

 

Ressaca.

Foi muito duro levantar hoje. Ainda por cima tudo teve que ser feito a correr para podermos sair a tempo.

Saimos, tomamos algo, e descemos até ao rossio. Antes ainda fomos até aos armazens do chiado comprar uma prenda para a minha cunhada. Fica aqui a foto da vista do w.c.

 

 

Decimos apanhar o comboio na estação do oriente, e em vez de irmos de metro, apeteceu-nos ir antes urbana. Que má ideia. Demorou o dobro do tempo, tivemos que passar por zonas menos boas de chelas, e os balanços mais a ressaca não dão uma boa combinação. Mas lá chegamos ao oriente. Quando fomos para ver os horários dos comboios, vimos o meu irmão que tinha ido para lx a trabalho.

Compramos bilhetes e como faltava mais de uma hora para o comboio, demos uma volta rápida ao vasco da gama, e acabamos por ir para uma esplanada no parque das nações. Mas mal falavamos um com o outro. A moleza era mais que muita.

Chegou a hora do comboio, embarcamos, 45 minutos depois estavamos chegamos e enfiamo-nos num taxi e directos para casa.

Rapidamente nos deitamos, e adormecemos.

Depois de uma bela e longa sesta, acordamos muito bem dispostos, tomamos banho, fizemos o jantar, e saimos para tomar um descafeinado e fomos a casa do meu mano para dar uma prenda à minha cunhada, que fez anos a semana passada.

Fomos e viemos a pé, é bom passear e conversar com o meu nino.

Chegamos a casa, caminha e miminhos.

Já a tesão era grande, e quando o fui mamar, decidi desder um pouco mais e levei a minha lingua até ao cuzinho dele. E começei a lamber aquele buraquinho delicioso e peludo. E quanto mais o lambia mais prazer ele parecia ter.

Virei-o de costas para cima abri-lhe as pernas e começei a enfiar-lhe a lingua cada vez mais fundo e cada vez mais rápido. E ouvia-o o gemer de prazer.

O meu nino não custuma gemer. Aliás, ele não faz quase som nenhum enquanto fazemos amor, e agora enquanto lhe fazia aquele botão de rosa (cunete como ele lhe chama) gemia alto de prazer.

Quando mais ele gemia mais eu lambia e lhe enfiava a lingua no cu.

Mudamos de posição, ficando ele por cima de mim com o rabo enfiado na minha cara, e quanto mais freneticamente eu o lambia mais ele gemia, e separava as nadegas para expor o buraquinho. Alturas houve em que era ele a forçar o rabo para trás de modo a que a minha lingua se enterrace mais fundo no seu buraco.

Sentia o meu pau a palpitar de tesão. Sentia-o a mexer no seu pau por cima do meu peito e a gemer cada vez mais e mais.

Passei a minha mão e começei a bater uma punheta enquanto o lambia cada vez com mais prazer. Viemos-nos quase em simultaneo. Fiquei cheio de leite no meu peito e barriga.

Descobri algo que faz o meu nino delirar. A minha lingua no seu rabinho.

Adormecemos rápidamente.

R.

 

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Por: Ray, em 02.09.08 às 16:25link do post | adicionar aos favoritos

25 de Agosto de 2008

 

Hoje tivemos na praia.

Saimos de casa por volta do meio-dia e depois de tomar o pequeno-almoço rumamos para a praia do Salgado.

Estava mesmo como eu gosto. Calor, e gajos para apreciar-mos. Poucos velhos e bastantes gajos bons. E da mesma forma que nós olhavamos, também eramos olhados. E bem!

A meio da tarde um gajo mesmo muito giro, deitou-se a poucos metros à nossa frente. E sempre que o H. ou nós os dois íamos à água, e tinhamos que passar mesmo ao seu lado, fartava-se de olhar, e metia-se de maneira a que lhe vissemos ora o rabo (que parecia delicioso) ora a pila (grande e com uns bons tomates). Mesmo quando estavamos deitados na toalha a torrar, e viramos a cara para ele, ele estava a olhar para ele.

O H. e eu ainda fomos algumas vezes ás dunas, ver se ele também se levantava e vinha, para apreciar de mais perto, mas isso nunca aconteçeu. Sempre que chegavamos as dunas, ou não havia ninguem ou então era os velhos que vinham atrás.

No final de ler a Maxmen por duas vezes, e de ter imaginado mil aventuras para os gajos que iam para as dunas, fazer novelas entre os possiveis engates que se poderiam estar a passar por de trás dos arbustos, chegou a hora de virmos para casa.

Decidimos tomar o carreiro por detrás das dunas e entre os arbustos para voltarmos para o carro. Quando chegamos ao topo da duna, vimos que o tal gajo jeitoso estava também já a caminho para tomar o mesmo carreiro que nós. Começamos a andar mais devagar para ele ficar a nossa frente e podermos continuar a apreciar.

O gajo, percebeu o que estavamos a fazer, e sempre que podia ia olhando para  trás, e sorria.... e nós faziamos o mesmo. Realmente o gajo era muito giro e tesudo.

A determinada altura, depois de passar um arbusto maior ficou fora da nossa vista, e assim que passamos esse mesmo arbusto estava o gajo enconstado a fingir que mijava e a olhar para nós. Continuamos a andar e logo que passamos o próximo arbusto, eu fiz o mesmo. Parei, puxei a pila para fora e pus-me de modo a que ele quando desse a volta ao arbusto a consegui-se ver. E foi mesmo isso que aconteceu. Olhou mesmo muito, mas sem nunca parar. Ele passou e nós seguimos logo atrás. Há muito tempo que não entrava neste jogo de flirt. Até achei graça, em especial por estar a faze-lo com o meu amor.

Mas o caminho estava a acabar, o carreiro pelo meio das dunas chegava ao fim, acabando na parte hetro da praia, e pensei que o jogo havia acabado. Mas enganei-me. Assim que saiu do carreiro e em vez de continuar pelo areal o gajo subiu para uns canaviais que acompanham a praia. Eu e o H. olhamos um para o outro e decidimos ir ver onde aquilo ía parar. O gajo olhava cada vez mais para trás, e passado alguns minutos de caminho desapareceu por detrás de um grande arbusto que ali há.

Ficamos, eu e o meu nino, a olhar um para o outro. Não haviamos entender se ele foi para ali para ficar a nossa espera, ou se o caminho continuava por ali. Decidimos rapidamente segui-lo e logo se veria o que acontecia. Assim que rodeamos o arbusto o gajo estava lá parado e ficou a olhar para nós tambem parados ali sem saber muito bem o que fazer. Reparei que ele já estava teso. Via-se bem o pau duro dentro dos calções.  E já que ali estavamos, resolvi avançar e começar a mexer no pau do meu menino por cima do calçóes, e o gajo também começou a mexer-se por cima dos calções. Estiquei a minha mão e comecei também a mexer-lhe no pau. Estava bem duro e era grande.

Passado um pouco, já os calções estavam descidos e as mãos exploravam os paus uns dos outros. O gajo era mesmo muito bem feito e bem abonado. Tinha um rabinho bem feito e macio. Eu estava um pouco nervoso e olhava para o H. que também notei que estava. Acariciamo-nos, mamamos e beijamo-nos.

Acabamos a bater uma punheta cada um a sua, e basamos logo dali, porque entretanto um gajo topou-nos a ir para lá e meteu-se a espreitar.

Fomos para o carro e ainda fomos lanchar à Nazaré.

Pelo caminho fomos falando do que tinha acontecido. Embora nada tivesse sido planeado ou conversado antes de ancontecer, ambos gostamos. Foi bom. Mesmo muito bom. O gajo era giro, discreto e a curte correu bem.

Mal sabiamos nós quando saimos de casa que tal coisa ía acontecer.

Foi uma situação nova para nós. Algo mais que partilhamos os dois. Sem consequencias. Aconteceu e pronto. Tavamos juntos e não nos enganámos.

Chegamos a casa e ainda os despejámos mais uma vez antes de ir ao banho juntos e fazer-mos o jantar.

Foi um bom primeiro dia de férias.

R.

 

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O que me dizes?
Por: Ray, em 14.08.08 às 16:13link do post | adicionar aos favoritos

12 de Agosto de 2008

 

      Wow.

      O meu nino, veio ter comigo. Fizemos amor. E de que maneira. Mas antes de ir aos promenores.... Amanha tenho que ir a Lisboa.

      Durante a tarde, mandei umas sms ao meu antigo gerente a perguntar se já tinha chegado o meu cheque, e como a resposta foi positiva, aproveitei o facto do meu nino vir cá e pedi-lhe boleia e fui buscar o cheque. Tentei lá estar o minimo tempo possivel, mesmo assim deu para saber algumas cuscuiçes!

      Entre algumas que não são particularmente importantes, soube que a minha equipe de vendedores está muito desfalcada. Já se foram três, e há mais dois a pensar em ir embora também.

      Mas já não é um problema meu. Alguem se irá preocupar.

      Mas o que me chateou foi o facto que o cheque do meu muito necessitado ordenado é da caixa galicia! Que raio de merda de banco. Nem eu, nem o H. tinhamos ouvido falar.

      Mas porque preciso mesmo do dinheiro, tinha que descobrir onde raio havia um balcão o mais perto daqui, e assim, aproveitei de novo a boleia do meu amor, e tive que ir até ao macdonalds para ir à net.

      Lá tive que enfardar um menu do big tasty. Ok! Até nem foi um grande sacrifício! E conseguir ir on-line. A merda do banco é em Lisboa na av. 5 de Outubro! Então amanha tenho mesmo que ir até à capital! E ainda por cima tenho que ir cedo. Comboio ás 10h44m,

      Não me apetecia nada, nada lá ir, ainda por cima sozinho!

      Sei que não deve ser facil para o H. Sabendo bem como é que a cabeça dele funciona....

            Mas ele tem que confiar em mim. Não há volta a dar. Tenho que ir á capital do pecado e sei que me vou portar bem, mas sei bem que o H. vai tripar.

            Espero que tudo corra bem, e que não haja muitos stresses.

            Mas voltando ao principio do post, eu e o meu menino tivemos uma grande sessão de amor, Sweet love.

            Mamou-me de uma maneira.... mesmo garganta funda enquanto eu lhe lambia aquele buraquinho peludo.... e depois foi deitados em cima, por baixo, sentados, de pé, no sofá e de todas as outras que nos ía-mos lembrando..... Vim-me penetrando-o como há muito não o fazia.

            Foi uma grande tarde! Amo-o!

            R.

 

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