O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
O que me dizes?
Por: Ray, em 17.10.07 às 15:10link do post | adicionar aos favoritos

16 De Outubro de 2007

 

Ontem tive com o H.

Foram só umas horas, mesmo pouco tempo. Mas foi bom.

A meio da tarde, mandou-me uma mensagem a perguntar se podia aqui passar para me dar um beijo. Fiquei surpreendido. Ele vinha fazer aqueles km todos, sabendo que eu ia trabalhar a noite e não iríamos estar muito tempo junto, só porque tinha saudades dos meus beijos?! Obviamente que eu queira, e muito!

Para complicar as coisas, estava eu a acabar o meu banho, quando entra pela casa a senhoria e um canalizador para ver uma treta aqui em casa. Isto minutos antes de o H. chegar.

Encontramo-nos no café, para conversar um pouco e ver se a casa ficava novamente sossegada, mas o desejo e a tensão era tanta, que rapidamente rumamos até ao apartamento! Quando abri a porta, a multidão ainda estava presente. Mas não nos impediu de nada! Entramos no quarto, fechei a porta, liguei a música, e agarramo-nos de forma intensa.

Vibrei de alto a baixo com aquele beijo! Longo, intenso, bem molhado, cheio de emoção e com uma survidez irracional! Foi um daqueles que são dados pelos lábios e sentidos bem no fundo da alma!

Logo que acabou, ficamos abraçados, no silêncio, a olhar um para o outro. Apenas os nossos corpos comunicavam, não havia espaço para as palavras. Há coisas que por muito intensas que sejam, não há léxico que as saiba entender ou expressar!

Parece estranho, mas sinto-me completo enquanto o abraço. Só faz sentido estar com ele.

Voltamos ao beijo, ainda havia saudades para matar, e recordações para construir. No calor do beijo, deitamos os nossos corpos bem juntos um do outro na minha cama. Como havia gente em casa, não podíamos avançar muito mais que isto. Muitos beijos, carinhos e claros uns bons apalpões nas arcas do tesouro, que palpitavam por debaixo das calças. As nossas vergas estavam mesmo prontas para entrar em acção. Mas enquanto não a senhoria não se fosse embora, não havia nada para ninguém.

Entre beijos e carinhos, conversamos. Aqueles pequenos nadas que se dizem, e que fazem todo o sentido naquela altura, e que compõem as alturas de namoro, voltando sempre ao motor principal, o beijo.

A determinada altura não me consegui conter, com ele deitado debaixo de mim, e sentindo o pau dele contra o meu, deslizei até me ajoelhar no chão entre as pernas dele, abri-lhe o fecho das calças, saquei-lhe o amiguinho, e a minha boca fez um festim! Estava bem duro. Quando as coisas aqueciam ainda mais, bateram a porta do meu quarto. Mal tivemos tempo de me levantar, ele guardar o amiguinho, e eu por o elástico dos boxers por cima do meu zezinho, para tentar disfarçar a tesão que tinha!

La despachei a senhoria, que finalmente se foi embora, e segundos depois de entrar no quarto e fechar a porta, já estávamos de novo com os lábios colados e corpos a entregarem-se num abraço apertado. Comecei a abrir-lhe a camisa, lentamente, as calças, e a minha mão voltou a encontrar aquele membro delicioso que estalava de tesão, e comecei a acaricia-lo lentamente sentido todos os bocadinho daquele pau enorme, sem nunca parar de o beijar.

As minhas roupas também voaram para o chão, e como infelizmente o tempo já não era muito, fomos logo avançando no jogo! Desta vez não houve penetração, mas o divertimento oral não fica aquém em termos de prazer, acabamos a breve sessão a esgalhar uma enquanto os nossos lábios não se despegavam. Fiquei coberto de leite.

Começo a gostar mesmo e a sério dele!

R.


O que me dizes?
Por: Ray, em 17.10.07 às 15:08link do post | adicionar aos favoritos

14 De Outubro de 2007

 

Tarde calma de domingo. Invade-me um sentimento bucólico quando a luz quente do sol entra pela minha janela do quarto e me aquece a alma. Após a noite de trabalho de ontem sabe bem esta calmaria.

O bar está mesmo muito movimentado, sinto-me orgulhoso e com sentido de dever cumprido por fazer parte deste novo folgo que o bar está a ganhar. Acho que uma ínfima parte se deve também a minha postura e atitude, de ganhar novos clientes. Fico com o ego quase do tamanho do Mourinho quando clientes elogiam o bar e a mim. Faz-me sentir bem. Acho que o patronato também está satisfeito comigo, de outra forma também não me teriam já feito contracto de trabalho. Acho que isso é um sinal muito positivo, interpreto isso como um sinal de não querem que saía dali.

Quem parece que entrou também para ficar, foi o H. pelo menos para já! A julgar pelo número de mensagens, e pelo jogo de flirt que estamos a manter.

A verdade é que este homem mexeu comigo. Começo a acreditar em “química à primeira vista!” Li esta frase no correio da manha de hoje, e decidi adopta-la! Não posso considerar o que sinto por ele seja amor, mas é algo forte e inegável. Penso nele quase a todos os instantes, fico ansioso entre mensagens, olhando mecanicamente para o telemóvel à espera de ver lá uma palavra dele. E não é só em quequa que penso, embora nessa área nos encaixemos perfeitamente, é mais que isso. É uma atracção estranha, mas muito, muito boa.

Por outro lado quem cada vez mais está de saída são o L. e o J.

Sinto L. cada vez mais distante; quer de um relacionamento quer do meu coração. Sinto-o frio e distante. E se eu me senti-se completo com ele, este flirt com o H. não se estaria a passar. Acho que o que senti por ele foi uma ilusão. Nada mais.

A atitude dele quando está aqui na cidade, leva-me a pensar que ele se encontra com outros gajos, e que só me procura quando não tem mais ninguém. Talvez esteja a ser injusto, mas as pequenas coisas começam a fazer sentindo e a apontar nesse sentido. A próxima vez que me encontrar com ele, será para acabar com esta situção.

O J., não o entendo. Sinceramente! Após a figura que fez há uns dias, ontem mandou-me umas quantas mensagens sempre com o mesmo: “olá.” Também so lhe respondia isso mesmo.

Hoje mesmo também encetou conversa. Andou a enrolar até me dizer que talvez não seja tarde para o conquistar. Pois eu acho que é. Não vou deixar que brinque comigo de novo.

*****************

Fiz aqui uma pausa de umas quantas horas. O filme da sic tirou-me do pc. Não foi pela história, mas ver o Win Diesel vale sempre a pena. Que homem aquele.

Ja voltei do bar, mas importante é lembrar as mensagens que troquei com o H. enquanto caminhava para lá. Disse-me que também sente o mesmo que eu. E também concorda que devemos ir com calma, e o que tiver que acontecer, vai acontecer! Vou tentar encontrar-me com ele na terça.

Vou para a caminha, envolto neste enlevo extraordinário de sentir o encanto de pré - paixão por alguém lindo e interessante como o H.

R.


O que me dizes?
Por: Ray, em 17.10.07 às 15:02link do post | adicionar aos favoritos

12 De Outubro de 2007

 

Ainda não tou em mim pela tarde que passei!

A última vez que senti e vivi algo parecido foi no dia de natal do ano passado, quando conheci o D. e desde então nunca mais o vi.

Mas hoje conheci o H. Encetamos conversa no gaydar, ele tinha visitado o meu perfil e deixado um olá, eu retribui. Logo obtive resposta. Começamos uma conversa, primeiro com umas simples mensagens, e eu, sem grande esperança, enviei-lhe o meu número de telemóvel porque tinha mesmo que ir embora. Isto foi há dois dias, e não é que o rapazola, logo nesse dia começou a enviar sms!

Entre algumas piadas e umas fotos mais ou menos provocantes, ainda teclamos durante um bom tempo nesse mesmo dia, e ontem também. Combinamos um café hoje aqui. E não é que ele veio!!!!

Que homem! 28 Anos, bom conversador, óptimo sentido de humor. Lindo, lindo! Corpinho mesmo à maneira, másculo, pernas peludas, bronzeado, e uma bela arca do tesouro. Beija que é uma perdição. E sabe bem o que fazer entre lençóis! E como bónus é so gay. Não tenho muita paciência para aturar bissexualidades com os meus parceiros.

O engraçado desta situação é que quando o M. chegou ao apartamento, já eu e o H. estávamos despidos na minha cama e em ponto de caramelo. Como tinha a porta do quarto trancada, e a música alta, nem paramos de nos beijar. Passado um bocado, tava eu a entrar e a sair de dentro do rabinho do borracho que estava na minha cama, e o M. na cozinha, paredes meias com o meu quarto, a lavar a louça.

Há muito tempo que um engate me surpreendia tanto como este! É que foi mesmo bom. Quase perfeito! Quase que ainda sinto os seus lábios a molhar os meus. Foi pura magia!

Mas como todos os homens bons como ele que passaram pela minha cama, tenho serias dúvidas que vá estar com ele novamente, e não será por falta de vontade da minha parte! Mas pelo que a experiência me diz, este tipo de coisas só me acontecem uma vez, e quando o rei faz anos! Hoje foi uma grande festa de aniversário. Viva o rei!

Já passaram uma série de horas e ainda estamos a trocar mensagens. Vou aproveitar este sonho enquanto durar!

Por outro lado duas grandes desilusões me assombram!

O L. que está estranho como tudo. Poucas mensagens me envia, e depois usa sempre umas desculpas disparatadas para se justificar. Sinceramente não sei que tipo de relação se pode ter com este moço, ou sequer sei o que pensa ele que é ter um namorado. Cada vez em convenço mais que isto não vai a lado nenhum!

 A outra é o J. Tenho de facto um ponto mole no meu coração por ele. Mas porra!

Já lho disse directamente e ele agora parece que foge de mim. Tou farto de o convidar para vir aqui ter comigo, passar a noite comigo, tomar café ou algo, e sempre a mesma recusa! Hoje seria perfeito, tou sozinho no apartamento, e ele não quis vir! Foi sempre dizendo que talvez, e quando apertei com ele, lá me disse que está muito cansado e que hoje não vinha. Primeiro quer-me muito, e gosta muito de mim, quando eu começo também a gostar dele, tem esta reacção. Eu é que também sou burro! O que é que se pode esperar de um puto de 19 anos??!!

A ida ao bar em T.N. nem sequer foi mais assunto de conversa.

R.

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