O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
O que me dizes?
Por: Ray, em 03.09.08 às 17:05link do post | adicionar aos favoritos

30 de Agosto de 2008

 

Acordamos a menos de uma hora de fazer o check out. Levantei-me e tomei banho rápido e depois foi a vez do meu nino se arrastar até ao duche.

Entrentanto fumei um cigarro, preparei as nossas roupas, fiz as malas e sequei-me, e o o H. no banho. Estive que lá ir acorda-lo. Demorou tanto que pareçeu-me que voltou a adormeçer em pé.

Faltavam 2 minutos para o meio-dia quando entregamos a chave e saimos para o comer algo.

Decidimos ir dar uma volta ao forum coimbra, e acabamos por comer por lá, num restaurante japonês que lá há.

Depois da romaria habitual à Quebramar, onde fomos atendidos por um gajo podre de bom, e onde o H. acabou por comprar uma camisa linda, decidimos rumar para sul.

Fomos dar uma volta à Nazaré, desta vez viajamos pelo caminho mais perto.

Ao chegar lembramo-nos de ir conheçer a praia do norte, que também é referencia gay. Mas que desilusão. Ainda passeamos um pouco nas dunas, e estavam lá gajos. Mas era só velhos. Mesmo só velhos. Voltamos para trás e fomos para a praia da Nazaré.

Mas ao sábado aquela praia é para esquecer. Gente de férias, excurções, e bimbalhada por todo o lado. Lanchamos e bazamos.

Ainda fomos ver como estava o ambiente na praia do salgado, mas como já era tarde não se via ninguem e rápidamente viemos para casa.

Fizemos o jantar, tomamos banho e fomos para o café.

Entretanto o H. tinha falado em irmos ao bar gay que abriu numa aldeia aqui perto.

Como não tinhamos mesmo mais sitío para ir, decidimos ir. Se não agradasse vinhamos embora.

Logo que chegamos e ainda não tinhamos saido do carro, já o H. tinha sido identificado. O gajo que estava à porta, que é o barman lá, já curtiu com o H.

Entramos e procuramos um sitio discreto para nos sentar. O espaço ainda é grande, mas teve muito vazio. Na altura em que mais gajos lá estiveram não ultrupassaram as 20. O show de travesttismo não foi nada de espeçial, mas sempre entreteu.

Infelizmente, sofremos o sindrome de “carne fresca num bar gay”. Pareceu-me que todos os outros gajos se conheciam, e como não sabiam que nós eramos, não paravam de olhar. Em especial para o H.

O bar se tivesse mais composto até seria agradavel. Não tem nada de especial de decoração, a musica também não é nada de especial. So reconheci um gajo lá. Não sei de onde vieram os outros.

A parte mais cómica da noite foi mesmo quando entrou um casal gay no bar, e só no final de se sentarem e pedirem as bebidas é que perceberam onde estavam. A gaja só se ria, agora o gajo via-se mesmo que estava nervoso e que não estava a gostar mesmo nada.

Acabou o show e basamos. Viemos para casa, porque tinha um cunete especial para fazer ao meu nino.

R.

 

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O que me dizes?
Por: Ray, em 03.09.08 às 17:04link do post | adicionar aos favoritos

29 de Agosto de 2008

 

Cada vez sabe melhor acordar ao lado do meu nino. Acordar, olhar para o lado e vê-lo logo ali. Só esticar a mão e poder-lhe logo dar-lhe miminhos. Quero este amor para sempre.

No final da rotina matinal, preparar-mos as coisas para seguir para Coimbra, saimos tomamos o pequeno almoço e fomos para a praia para aproveitar o dia.

Quando chegamos, o tempo não estava muito católico. Meio encoberto e um ventinho a dar para o frio. Mas mesmo assim fizemos aquele caminho todo até a duna onde custumamos ficar. Nada de jeito à vista, e ficamos em paz uns bons 40 minutos, até que o gajo que da última vez que lá estivemos assediou o meu H. nos viu e resolveu vir meter conversa comnosco. Não queria acreditar.

O gajo é de tal maneira seca que 5 minutos depois de ele ter chegado, me levantei e fui para alguns metros dalí. O pior é que o H. ficou a dar-lhe conversa, e o gajo não havia maneira de basar. Ali ficou ao lado das nossas toalhas, sentado nu na areia a falar, mesmo quando já há muito não lhe ligavamos nenhuma.

Felizmente começou a ficar frio e depois de olhar-mos um para o outro lhe dissemos que íamos embora. A resposta dele foi : ”não querem brincar um pouco antes?” mesmo quando lhe dissemos que não, ele insiste a dizer que podia nos fazer uma mamada rápida. Agarramos as coisas e basamos o mais rapidamente possível.

Quando saimos do campo de visão dele, abancamos de novo, mas estava mesmo frio, e depois de ver o maior par de colhões que haviamos visto, num velho que passou à nossa frente, viemos embora para o carro, e fizemo-nos ao caminho para Coimbra.

A viagem não foi a melhor. O H. enganou-se numa saida da A8 e tivemo que dar uma volta enorme, nem sei bem por onde, sei que as páginas tantas estavamos na A14 a 16 km a norte da saida da A1 de Coimbra. Ainda por cima andava a acelerar feito tolo só para me picar. Não gostei nada.

Ainda por cima, desde que passamos a area de serviço da Nazaré na A8 não encontramos mais nenhuma na centena de km que fizemos em 3 auto-estradas diferentes e estava a rasquinha para mijar.

Logo que estacionámos foi a correr para o w.c. Logo depois tiramos as malas do carro, e decidimos ficar no Ibis. Check-in, banho rápido e fomos jantar.

Eramos suposto jantar com o B. o ex do meu nino, mas por questões profissionais ele não pode vir, combinou encontrar-se comnosco logo após a janta.

Fomos a um restaurante nas docas, num restaurante que parecia ter muito bom aspecto, e com uma vista incrível do rio Guadiana. Quando entramos vimos o chefe de sala. Era um PÃO daqueles! Estava lá tudo para termos um jantar optimo e romantico. Mas na verdade foi o pior destas férias. Não gostei mesmo nada. Nem da comida, nem do serviço, nem a sobremesa escapou. Tudo muito mau! Valeu apenas estar com o meu nino.

Acabou o jantar, e o B. ainda não havia chegado, e resolvemos ir dar uma volta e passar na ponte pedonal que está mesmo ali ao lado. Tem uma vista linda, e quando chegamos a meio, vimos que havia uma peça de teatro a decorrer e que não podiamos passar. Fiquei para lá de fodido, e descarreguei em cima da gaja que se havia levantado para nos dar o programa. Mas sinceramente é uma estupidez. Podiam pelo menos terem colocado um aviso no inicio da ponte a dizer que não se podia passar.

O meu nino ainda me tentou acalmar, mas a frustração do gordo na praia, do caminho mais longo do que deviam, ter andado a velocidades que não gosto, e da merda do jantar, estava a ferver por dentro e só me apetecia ir para o hotel.

Entretanto o H. viu à distancia o B. e fomos ao seu encontro.

Após os comprimentos da praxe, lá decidimos ir a pé visitar alguns bares.

Confenso que só me começei a divertir no final da segunda imperial, no segundo bar que visitamos. Não me lembro do nome, sei que fica perto da praça da republica e a entrada é a mesma de uma tabacaria. O bar é num primeiro andar, e até tá giro. Era um apartamento de habitação, que adaptaram a bar.

Ficamos lá um bom bocado à conversa. Alguns gajos giros, alguns gays, mas já era altura de mudar de ares. Ainda passamos por mais um bar, antes de acabar a noite num bar das docas, onde havia musica latina ao vivo. Segundo o B. os bares mais giros e estavam fechados para férias, então tivemos que nos contentar com o que havia.

Ainda me diverti bastante, ora a cantar, ora a ver o pessoal a tentar dançar salsa e cumbia. Havia lá um gajo mesmo ao nosso lado que era uma comedia. Nunca tinha visto alguem tão desengoçado e sem noção alguma de ritmo a tentar dançar.

Altura das despedidas, e hotel.

Acabei a noite a fazer mais um belo cunete ao meu nino até o fazer vir.

Estou a ver que cada vez mais gosta disso.

R.

 

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