O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
O que me dizes?
Por: Ray, em 07.11.08 às 18:41link do post | adicionar aos favoritos

7 de Novembro de 2008

 

O meu nino esteve cá ontem.

É sempre tão bom estar com ele.

Resolvemos ficar em casa, mesmo com os putos por aqui. Mandamos vir pizza, e ficamos os dois na minha caminha no quentinho. A determinada altura batem a porta e nós de boxers. Há muito tempo que não me lembro de me vestir tão depressa, mas acho que os putos não perceberam nada do que se passava.

Já no final de ver-mos os Simpsons, visto os blogues e as nossas contas do travian (cada vez estou mais viciado nesta bodega), fui ao wc. Quando cheguei vi que algo se passava com o meu nino.

Durante a minha ausencia ele foi ver as sms que tinha no meu telemovel.

Durante a semana que passou, recebi 2 sms que tinha guardado para lhe mostrar, mas entretanto tinha-me esquecido.

Uma era de um gajo que não conheço. Alguem lhe deu o meu número e ele mandou uma sms a dizer como era e a perguntar o que eu gostava. A este respondi que não estava interessado em nada, e que tinha namorado, e acabou por ali as trocas de sms.

A outra sms, era de facto uma mms. Era do L. um gajo com quem andei antes de conhecer o H. Era um video de uma punheta em que alguem se vem. Nem sequer tenho a certeza que seja mesmo a pila do L. Nem sequer respondi a esta mms.

Não sei o que ele pretendia com esta mms, mas também não me vou chatear em tentar saber. Acho que ignorar é o melhor que faço.

Com isto tudo é obvio e normal que o H. se sentiu mal e atiçou-lhe os ciumes. Compreendo. Mas também não posso fazer mais que lhe explicar o que se passou.

Já há um tempo que o meu nino quer que eu mudasse de número de tlm. Eu não quero. Dá uma trabalheira, já tenho este número quase há 6 anos, e não vou mudar. Não vou deixar dois ou tres palhaços frustrados me obrigarem a tomar e a fazer decisões que não quero. Não vou deixar outros tomarem conta da minha vida.

Com isto tudo agora o H. quer que eu marque um encontro com o L. para ele o conhecer. Eu não quero. Acho que isso é dar-lhe muita confiança. É mostrar ao L. que o H. se sente ameaçado com ele. E além disso tenho um pouco de medo que o L. aproveite esse encontro para inventar algo e criar ainda mais ciumes ao H.

Mas sei que esta situação ainda vai dar pano para mangas.

Não sei o que mais possa fazer para o L. parar de mandar sms. Não lhe dou corda. Não o incentivo, e nem lhe respondi a esta mms. Acho que isso é dar-lhe valor que ele não tem!

R.

 

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Por: Ray, em 07.11.08 às 17:55link do post | adicionar aos favoritos

5 de Novembro de 2008

 

Hoje á noite saltou-me a tampa.

Eram 5:30 da manha quando os putos chegaram a casa. Um deles entrou e fez o mínimo de barulho possivel. Agora o outro.... além de ter tocado a campainha que nem um maluco por se ter esquecido das chaves, trouxe companhia. Umas três gajas.

Já há mais de uma semana que tem sido uma constante. Barulho quando chegam à noite. Ora a rirem-se que nem umas perdidas, ou musica alta, ou a tocarem guitarra e djambé. Tenho tido paciençia, mas hoje não deu mais.

Enfiaram-se na cozinha, a comer e conversar. Mas alto, muito alto. A rirem-se a gargalhada e arrastar as cadeiras e mesa. Uma barulheira do caraças.  Levantei-me, vesti e entrei pela cozinha a dentro.

Tentando manter a calma, perguntei as gajas se moravam aqui. Responderam que não. Perguntei-lhes então que raio estavam a fazer então a esta hora e a fazer esta barulheira numa casa que não era delas. Pregaram os olhos no chão e não mais o levantaram durante o meu monólogo. Perguntei-lhes se era assim que os pais as educaram, se afinal eram uníversitários ou cachopas de 14 anos, e por aí a fora.

Voltei as costas e fechei-me de novo no quarto. Passado um minuto, ouvi a porta da rua a abrir e de novo a fechar. Foram embora no silencio absoluto e finalmente pode voltar a dormir.

R.

 

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Por: Ray, em 07.11.08 às 17:09link do post | adicionar aos favoritos

4 de Novembro de 2008

 

Ontem pensei que a noite no bar iria ser calma. Já passava da meia noite e clientes nada. De repente entram meia duzia de gajos, e perguntaram-me de podiam juntar umas mesas que vinha a caminho um grupo grande. Levantei-me e liguei logo para a S. que por estar meia adoentada não tinha vindo trabalhar, mas disse-me que se chegasse muita gente para eu lhe ligar, e assim fiz.

Passado uns minutos, começaram a entrar. Era uma das tunas aqui da cidade.

Sentaram-se e pediram. Nada de especial. Vi então que era uma reunião de boas vindas aos novos membros da tuna. Mas sinceramente parecia mais um comicio politico. Pela contidade de promeças, mentiras e baboseiras que ouvi.

Depois de muito falarem, e pouco consumirem, sacaram das guitarras, cavaquinhos e afins e começaram a dar uns acordes. Pensei que ia ter uma noite bem animada. Não podia estar mais enganado. Não cantam nada de jeito.

Desafinados, mesmo muito. Até aquele grupo de estudantes ser uma tuna, há muito trabalho pela frente. É que não sabem mesmo cantar nada, de nada!

Confesso que já não tenho muita paciencia para ouvir tunas, mas como estava no bar, até pensei que poderia ser giro. Mas não foi. Ainda me doem os ouvidos.

R.

 

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