O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
Por: Ray, em 12.01.09 às 18:19link do post | adicionar aos favoritos

            12 de Janeiro de 2009

 

            Ontem cheguei a casa para lá de gelado.

            A S. não foi ao bar ontem, estive sozinho a trabalhar toda a noite, e depois vim a pé e ao frio.

            Ainda bem que comprei o cachecol, nem sei como sobrevi sem ele antes. Cheguei a casa tão gelado que até me deu dó a mim próprio. No caminho o frio que tinha era tanto que os meus mamilos ficaram de tal modo duros que pensei que o meu piercing ía saltar.

            Cheguei a casa, vesti o pijama em frente ao aquecedor, enfiei-me debaixo dos edredons, com a botija electrica nos pés, e demorei meia-hora a tentar baixar os meus tintins do estomago, sítio onde se refugiaram por causa do vento gelado.

            Mais um fim-de-semana que passou. Teria sido pacifico não fosse o meu nino se ter passado comigo por nadas.

            No sábado quando saiu com os amigos, confesso que me senti um pouco triste por não estar com ele, acho que é normal, e a noite até se passou bem, até ter saido do bar. Sem entender bem porque, começou a desconversar nas sms, e a ser um pouco brusco nas respostas que me enviava. Fiquei sem entender. Durante o tempo que estava a trabalhar, tivemos sempre a mandar sms, as minhas um pouco mais curtas afinal estava a bulir, mas tentei sempre incentiva-lo a divertir-se e até a ir cantar no karaoke que o bar onde estava tinha, e até a ir para a disco quando saissem dalí.

            Ontem, interpretou mal a minha primeira sms, e foi um descalabro apartir daí. Por mais que tentasse a conversa não melhorava. As sms dele cada vez mais bruscas. E para piorar as coisas, fiquei sem bateria no minuto que estava a sair para o bar, e como tinha o carregador lá nada podia fazer. Para agravar mais as coisas, quando fui comprar o meu jantar no pingo doce, estava pargas de pessoas para pagar e demorei mais tempo que custumo. Foi o fim da picada. Começou a desconfiar, e a fazer filmes. Já nem sabia mais o que lhe dizer. Acabou por ir para a cama chateado comigo.

            As vezes não o entendo mesmo.

            Mas com o tempo espero vir a compreender melhor. Afinal amar alguem é um processo, não uma meta, um final.

            Amar é andar para a frente mesmo quando não se entende tudo na pessoa que se ama. Não vou perder o que tenho, só por não entender algumas coisas. Não vou perder este amor por nadas.

            R.


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