O meu nome é Ray,e sou gay. Este será um blog sobre “as coisas vulgares que há na vida”. Na minha vida! É um blog para maiores de 18 anos. Para todos aqueles que tem alguma curiosidade sobre a vida e pensamento gay.
O que me dizes?
Por: Ray, em 30.12.08 às 18:42link do post | adicionar aos favoritos

 

 

Para os leitores e visitantes do meu blog, aqui fica o meu voto de Boas festas.

 

Fiquem felizes.

  

R.

 

 

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O que me dizes?
Por: Ray, em 22.12.08 às 19:23link do post | adicionar aos favoritos

22 de Dezembro de 2008

 

Acrescentei um link a minha lista de blogs.

É de um blog que começei há pouco tempo, e cujo o conteudo é de pornografia gay.

Depois da última sondagem que fiz, em que perguntava que fazia falta neste blog, e alguns dos leitores terem votado que fazia falta mais fotos, e a acrescentar a isto tenho reparado que muita gente encontra este blog quando pesquizam por pornografia gay no google resolvi fazer então outro blog só mesmo com essa temática e deixar este apenas com o meu quotidiano.

Este post serve apenas para avisar e realçar que o outro blog é porno gay, e poderá haver leitores que sejam mais susceptiveis e entendo que não se querem expor a este tipo de conteudos, e que poderiam inadevertidamente clicar no link sem saber o que os espera.

A todos os outros fica o meu convite para uma visita.

Deixo o link do blog  AQUI.

R.

 

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O que me dizes?
Por: Ray, em 20.12.08 às 00:49link do post | adicionar aos favoritos

 

Quem me dera....

Detesto o natal, e não há meio disto acabar!

R.

 

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Por: Ray, em 18.11.08 às 13:53link do post | adicionar aos favoritos

18 de Novembro de 2008

 

O blog chegou as 10 000 visitas.

A todos o meu obrigado, sinceramente não esperava que acontecesse tão rápido.

      R.

 

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Por: Ray, em 31.10.08 às 16:46link do post | adicionar aos favoritos

     31 de Outubro de 2008

 

     A abobora deste ano.... não ficou muito bem... mas ainda assim gosto!

 

     R.

 

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Por: Ray, em 29.10.08 às 01:12link do post | adicionar aos favoritos

     39 de Outubro de 2008

 

     O meu blog ontem atingiu um numero engraçado.

     Afinal de contas o numero 7 é o meu favorito.

     R.

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Por: Ray, em 27.10.08 às 18:15link do post | adicionar aos favoritos

26 de Outubro de 2008

 

Soube hoje que estreou mais um filme da saga SAW.

Gosto mesmo muito. Aliás são dos poucos dvds originais que tenho. Adorei os 4 que já sairam, e mal posso para ir ver este no cinema.

Como a noite foi mesmo fraca no bar, aproveitei e andei a vasculhar na net sobre o filme. Apenas vi algumas fotos e o trailer. Também não quero ver muito mais, não quero estragar a surpresa. Aqui ficam 2 fotos:

Estou mesmo desertinho para ver o SAW 5!

R.

 

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Por: Ray, em 23.09.08 às 15:59link do post | adicionar aos favoritos

20 de Setembro de 2008

 

Com o tempo cada vez melhor e com o calorzinho bom que se sentia, fui-me aninhar na cama, começando a conformar-me com a sentença que não seria hoje que iria sair a noite com o meu nino. Jantei, fui tomar um café rápido ao sítio do custume e voltei para o conforto da camita. Como nada de jeito havia para ver na tv, liguei o pc para ver um dvd. Escolhi ver “ O Piano”.

Filme escuro e intimista. Além de gostar da história, acho a banda sonora extraordinária e a fotografia fabulosa! Aquela cena do piano na praia é quase poesia.

Outro bonus deste filme é as cenas de nú. Para os hetros a Holly Hunter, para os gays o Sam Neill, é dos poucos filmes de bom gosto que tem umas cenas de nú masculino frontal de forma clara e sem pudores.

Logo depois desta cena, o meu nino disse-me que começou a chover lá e que iam fechar a esplanada e que dentro de uma hora estaria comigo.

Fiquei extasiado. Como já não estava a espera desta notícia, não cabia em mim de contente. Já nem vi o resto do filme em condições.

Quando finalmente avisou que estava a sair de casa, levantei-me. Não tinha roupa nenhuma pronta para a night e tinha que ir passar a ferro. Apanhei um real susto.

Quando liguei o interruptor e a lampada literalmete explodiu e o quadro electrico disparou. Quase que me borrei todo.

Ainda demorei a escolher o que iria vestir. Mesmo sem termos falado muito nisso, quase de certeza que o destinho seria o bar gay aqui perto e queria ir bem vestido é que os gays são críticos terríveis. E embora seja um bar de provincia, o meu nino veste-se sempre tão bem que não o quero envergonhar!

Despachei-me, esperei pelo H. a fumar à janela. Estava mesmo uma noite optima. Depois de uns beijos aquando a chegada dele, rumamos para o bar.

Chegamos lá era quase uma da manha. Desta vez o bar estava muito mais composto. Mas inevitávelmente enquanto caminhavamos da porta até uma mesa (a única que estava livre) no canto do bar, tinhamos todos os olhares postos em nós! Afinal eramos carne fresca no pedaço!

Gostei da localização da mesa. Como era mesmo na parte final do bar, se alguem olhasse teria mesmo que dar nas vistas ao virar-se para trás! Quando nos sentamos e mesmo antes de pedirmos as bebidas, o H. reparou que estava lá um gajo que não parava de olhar para nós. Era o B. ainda andei com ele algum tempo. Conhecemo-nos no bar gay de T.N. e dai saiu uma pequena relação. Mais física que outra coisa.

O H. sabe quem ele é porque há um tempo atrás passamos por ele na estação de serviço na A1 de Aveiras (uma das mecas de engate gay no país) e aí lhe contei quem ele era. O B. é um tipo normal, nem bonito nem feio, bastante peludo, um bocado abixanado, em especial na intimidade da cama. Facto curíoso é ele trabalhar numa agencia funerária. É o gajo que conduz o carro funerário.

Sinceramente estava-me a cagar para o facto de olhar ou não para nós. Há muito tempo que não tenho contacto com ele, e nem preocupado estava.

O bar até estava muito bem guarnecido. Alguns gajos muito giros mesmo! E mesmo que não fassamos por isso, os olhares acabam-se por cruzar com um ou outro gajo. Acho que é normal! Como por exemplo o de três gajos que estavam de pé, perto do balcão na direcção da nossa mesa. Sempre que eu ou o H. olhavamos para eles, estavam a olhar para nós, e rápidamente viravam a cara para disfarçar. Acho engraçado. Mas um desses em especial não parava mesmo de me galar. Mesmo quando olhava ele não tirarva o olhar. Devia querer festa.

Entretanto o meu nino também devia estar a topar algum gajo, porque ficava aos minutos seguidos a leste da minha presença.

Uma coisa que me faz pensar um bocado é a atitude do H. nos espaços gays,

Por mais que uma vez me negou um beijo. Outras vi que embora não tira-se a cara sentia-o tenso com o facto de o estar a beijar, ou a fazer-lhe um carinho na cara, mão ou pernas.

Em qualquer outro espaço entendo esta atitude. Agora num espaço que é gay, onde podemos publicamente e sem pudores demonstrar o afecto que nutrimos, faz-me pensar. Não entendo o porque! Também não sou apologista de grandes agarranços, apalpões, nem daqueles beijos com a lingua até ao duodeno em público. Não é disso que se trata. Mas um xoxo, um beijo, um carinho. Ele não gosta que o faça e nem tenta faze-lo a mim. Será vergonha de mim? Será que não quer que se saiba que tem namorado?

Com isto na cabeça a noite já não soube tão bem como poderia saber.

Entretanto começou o show das travecas. Muita Celin Dion cantaram. Três canções, duas delas seguidas. Falta de bom planeamento. O som também estava uma merda. Estava muito alto e fazia grande distorção. Aliás o Dj estava bem era a lavar copos. Não fez uma passagem de jeito. Nem uma para a mostra. E a falta de ouvido na altura do show então mostra que o gajo defenitivamente não sabe o que faz.

Acabado o show decidimos vir para casa. Antes disse fui tinha que deixar algum do safari-cola que bebi, ali mesmo. Levantei-me e fui ao wc. Mesmo ao acabar de mijar, entrou o gajo que toda a noite me galou. Encostou-se ao urinol, e enquanto eu lavava as mãos não parava de olhar para mim e a mexer no pau. De certeza que não estava a mijar. Era um tipo baixito, ali no wc e por estar mesmo ao pé dele reparei que até nem era feio, e tinha um rabo bem redondinho e com muito bom aspecto. Quando sai consegui-lhe ver de raspão os grandes colhões que tinha. E ele sempre a sorrir e a olhar para mim.

Pagámos e viemos para casa. Enrolamo-nos logo num beijo e tudo o que se segue naturalmente.

Acabamos esta noite de amor, com a minha lingua a fazer-lhe um belo cunete e a minha barriga e peito a escorrer com leite derramado.

Ainda ficamos mais um pouco a namorar, mas já eram quase 4 da manha e o meu nino ainda tinha que fazer uma viagem grande para casa. Despedimo-nos e fiquei a espera que ele chegasse a casa para eu poder dormir também.

Logo que me ligou, disse-me algo que não estava mesmo nada à espera. Na auto-estrada a caminho de casa, passou por uma carro que lhe começou a fazer sinais de luzes. Ele consegui ver que era o B. foi sempre atrás dele e a determinada altura o H. teve mesmo que acelerar e bem para o despistar. Foi atrás dele quase até a saida da auto-estrada para casa do H.

Não estava a espera desta atitude do B.

Logo após as despedidas ao tlm, o meu tlm toca. Um numero que eu não conhecia. Foi só um toque. Desconfio que tenha sido o B. mas como já não tenho o contacto dele, não tenho certeza. Mas depois da presseguição do meu menino e o toque aquela hora, só podia ser ele.

Tentei adormeçer, mas ainda a pensar no porque do H. não me querer beijar no bar.

R.

 

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Por: Ray, em 11.09.08 às 14:45link do post | adicionar aos favoritos

 

            11 de Setembro de 2008

 

            Hoje doi-me de novo o coração.

Ainda me custa, e acho que vai custar para sempre.

I love N.Y.

R.

 

 

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Por: Ray, em 03.09.08 às 17:05link do post | adicionar aos favoritos

30 de Agosto de 2008

 

Acordamos a menos de uma hora de fazer o check out. Levantei-me e tomei banho rápido e depois foi a vez do meu nino se arrastar até ao duche.

Entrentanto fumei um cigarro, preparei as nossas roupas, fiz as malas e sequei-me, e o o H. no banho. Estive que lá ir acorda-lo. Demorou tanto que pareçeu-me que voltou a adormeçer em pé.

Faltavam 2 minutos para o meio-dia quando entregamos a chave e saimos para o comer algo.

Decidimos ir dar uma volta ao forum coimbra, e acabamos por comer por lá, num restaurante japonês que lá há.

Depois da romaria habitual à Quebramar, onde fomos atendidos por um gajo podre de bom, e onde o H. acabou por comprar uma camisa linda, decidimos rumar para sul.

Fomos dar uma volta à Nazaré, desta vez viajamos pelo caminho mais perto.

Ao chegar lembramo-nos de ir conheçer a praia do norte, que também é referencia gay. Mas que desilusão. Ainda passeamos um pouco nas dunas, e estavam lá gajos. Mas era só velhos. Mesmo só velhos. Voltamos para trás e fomos para a praia da Nazaré.

Mas ao sábado aquela praia é para esquecer. Gente de férias, excurções, e bimbalhada por todo o lado. Lanchamos e bazamos.

Ainda fomos ver como estava o ambiente na praia do salgado, mas como já era tarde não se via ninguem e rápidamente viemos para casa.

Fizemos o jantar, tomamos banho e fomos para o café.

Entretanto o H. tinha falado em irmos ao bar gay que abriu numa aldeia aqui perto.

Como não tinhamos mesmo mais sitío para ir, decidimos ir. Se não agradasse vinhamos embora.

Logo que chegamos e ainda não tinhamos saido do carro, já o H. tinha sido identificado. O gajo que estava à porta, que é o barman lá, já curtiu com o H.

Entramos e procuramos um sitio discreto para nos sentar. O espaço ainda é grande, mas teve muito vazio. Na altura em que mais gajos lá estiveram não ultrupassaram as 20. O show de travesttismo não foi nada de espeçial, mas sempre entreteu.

Infelizmente, sofremos o sindrome de “carne fresca num bar gay”. Pareceu-me que todos os outros gajos se conheciam, e como não sabiam que nós eramos, não paravam de olhar. Em especial para o H.

O bar se tivesse mais composto até seria agradavel. Não tem nada de especial de decoração, a musica também não é nada de especial. So reconheci um gajo lá. Não sei de onde vieram os outros.

A parte mais cómica da noite foi mesmo quando entrou um casal gay no bar, e só no final de se sentarem e pedirem as bebidas é que perceberam onde estavam. A gaja só se ria, agora o gajo via-se mesmo que estava nervoso e que não estava a gostar mesmo nada.

Acabou o show e basamos. Viemos para casa, porque tinha um cunete especial para fazer ao meu nino.

R.

 

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